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Saúde

14/05/2015 15:11

Após greve e acordo sem reajuste, médicos da Capital pedem exoneração

Nove médicos pediram exoneração da Prefeitura de Campo Grande na mesma semana do encerramento da greve da classe, iniciada na última quarta-feira (6). A paralisação foi realizada por cerca de cerca de 1.400 profissionais e ocorreu em virtude do corte de gratificações por parte do município, que alega crise financeira. A retomada de benefícios parece não ter agradado apenas parte dos profissionais e pode ter culminado nas baixas imediatas. Apesar da manutenção das gratificações, não houve reajuste dos salários.

As exonerações foram publicadas na edição desta quarta-feira (13), do Diário Oficial de Campo Grande, e foram assinadas pela secretária adjunta de Administração, Maria das Graças Macedo. Apesar de serem datadas ainda do período de greve, dia 11 de maio, os pedidos podem estar ligados as más condições de trabalho.

Depois dos seis dias de paralisação, a maioria dos profissionais optou por suspender, na terça-feira (12), a greve com a garantia de pagamento das gratificações.  O retorno foi definido por cerca de 200 profissionais, em assembleia na sede do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul (Sinmed-MS), após aceitarem a proposta apresentada pelo município.

Na ocasião, a prefeitura se comprometeu a devolver as seguintes bonificações: gratificação de desempenho médico, gratificação de incentivo básico ambulatorial, adicional de responsabilidade técnica e gratificação por trabalho noturno, com pagamento na forma estabelecida no acordo, bem como a publicação de medida revogando as medidas anteriores que retiravam o direito aos plantões, retornando à situação anterior.

De acordo com o sindicato, os adicionais correspondem a 50% do salário dos médicos e custam cerca de 900 mil reais aos cofres da prefeitura.

Apesar das garantias, a paralisação não trouxe nenhum acréscimo de benefícios à categoria que há anos reivindica melhorias para desenvolver melhor o trabalho. Entre os problemas apresentados está a baixa quantidade de profissionais concursados, que são pouco mais de 500.

Sem abertura de concurso, a prefeitura costuma recorrer a um cadastro reserva para preencher as lacunas no atendimento das unidades básicas de saúde da Capital. Além da realização de certame para preenchimento de vagas, a categoria reclama da remuneração baixa.  Atualmente, o salário base é de R$ 2.435. 

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