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Saúde

há 1 mês

Criança fica horas em jejum e chora de fome enquanto aguarda cirurgia na Santa Casa

O pequeno Davi quebrou o braço e ficou com uma fratura exposta enquanto passeava no parquinho com o avô

A mãe de Davi Lucca de Castro dos Santos, de 4 anos, que está internado na Santa Casa de Campo Grande há uma semana, aguardando cirurgia, ficou revoltada após o pequeno passar horas em jejum para o procedimento e ele ser adiado.

Conforme o detalhado ao TopMídiaNews, a criança estava passeando com o avô no parquinho quando pulou de um local alto e acabou batendo o braço, sofrendo uma fratura exposta.

“Ele foi socorrido e levado para UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Moreninha. Porém, mandaram ele para a Santa Casa no domingo a noite. Deixaram o Davi de jejum e falaram que iriam mandá-lo para o quarto, para aguardar a cirurgia na terça-feira”, afirmou Flávia Hetielly Padilha dos Santos.

Mais uma vez, enquanto esperava o procedimento, o menino ficou sem comer das 23h de terça até as 14h de quarta-feira. Apenas após um jejum de 15h, foram informar que o pequeno não iria passar pela operação.

“Mandaram ir ao SAC, falei, reclamei, recorri a tudo possível e até agora não tive resposta. Já pedi transferência dele para o outro hospital, mas falaram que a Santa Casa é a número um em ortopedia e não tem outro lugar para ele fazer esse procedimento. Falaram ainda que se eu quisesse assinar um termo de responsabilidade de levar ele embora, eu poderia estar levando, mas por enquanto não tem o que fazer”, disse ela revoltada com a situação.

Ver o filho sofrendo, com dor e chorando de fome tem deixado a situação da mãe ainda mais complicada. “Eles não resolvem, as enfermeiras da pediatria são maravilhosas, sem palavras para elas, agora de resto está horrível, um caos total. Falta de responsabilidade com nossas crianças, não é só meu filho que está esperando, tem outras crianças também”, contou.

Sem ter o que fazer, agora Flávia analisa a possibilidade de criar uma vaquinha online para conseguir levar o pequeno para um hospital particular.

A reportagem procurou a Santa Casa de Campo Grande, mas até a publicação desta matéria não teve resposta. O espaço segue aberto para manifestações futuras.

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