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Saúde

Em Campo Grande, Mandetta assina convênio e entrega celulares para agentes de endemias

Ministro da Saúde falou das ações para combate à dengue e doenças como hanseníase e sarampo

17 fevereiro 2020 - 09h43Por Rayani Santa Cruz

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participou do Encontro Estadual de Vigilância em Saúde, nesta segunda-feira (17), em Campo Grande. O Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo esteve lotado com a presença de autoridades e servidores da saúde.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) assinou um termo de cooperação junto a FioCruz (Fundação Osvaldo Cruz), ministro Mandetta e secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.

Também houve a assinatura do repasse de 600 aparelhos celulares aos agentes de endemias. Eles irão utilizar para combater focos de dengue.

O evento organizado pelo governo estadual tem como objetivo repassar informações sobre prevenção de doenças como dengue, coronavírus, zika, chikungunya, febre amarela, tuberculose, hanseníase, sarampo, influenza, entre outras.

"Vamos alcançar as metas. Estamos enfrentando desafios como o sarampo, dengue e, no Brasil, o coronavirus", disse Geraldo Resende. "Estamos trabalhando com o projeto wolbachia (onde uma bactéria é introduzida no mosquito para reduzir sua capacidade de transmissão de doenças), e integrando essas metodologias para que o trabalho dos agentes seja eficaz".

O ministro Mandetta comentou sobre os registros do ciclo de vida das pessoas, que é feito pelo SUS (Sistema Único de Saúde). "Cada unidade de saúde tem as equipes de saúde da família, que coletam dados e registram. Vamos integrar a vigilância com a atenção básica".

O ministro afirmou que a pasta está aportando recursos para combater doenças típicas, que afetam o país.

"Estamos utilizando recursos aplicando em prevenção, tecnologias, estudos e pesquisa. Se tudo der certo e a ciência nos permitir, em 2021 o Instituto Butantã terá criado a primeira vacina contra dengue", finalizou Mandetta.