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sábado, 05 de dezembro de 2020
Saúde

Governo cria plano de segurança para EVITAR LOCKDOWN em Mato Grosso do Sul

Chamado Prosseguir, o plano cria uma série de medidas para evitar mais mortes e também o colapso da economia

30 junho 2020 - 11h17Por Diana Christie

O secretário estadual de Governo, Eduardo Riedel, revelou, nesta terça-feira (30), um plano chamado PROSSEGUIR - Programa de Saúde e Segurança da Economia, que cria uma série de diretrizes para manter as atividades socioeconômicas, sem riscos à saúde durante a pandemia do novo coronavírus.

O objetivo é evitar o lockdown, como já acontece em Rio Brilhante e Rochedo. “Utilizamos como referência planos similares dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul – alguns priorizando a saúde e outros a economia. Com base neste compilado, criamos um modelo nosso, voltado para as particularidades de MS e tendo como principal eixo norteador a saúde e a evolução da pandemia na região”.

Mapa ilustra como estão classificadas as regiões e municípios hoje (30)

“Essas recomendações orientarão tanto os gestores públicos dos municípios, quanto aos empresários, com relação à necessidade ou não de medidas e protocolos restritivos. Não podemos deixar para trás os bons resultados conquistados até aqui”, explicou Riedel, durante live nas redes sociais.

São três pilares estratégicos: saúde, economia e recomendações de flexibilização. A metodologia utiliza os elementos de monitoramento indicados pela Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) com indicadores da Vigilância Epidemiológica, Saúde e Impacto Econômico.

Cada indicador tem um peso na classificação do município

Com graus de risco estipulados por faixas de cores – que variam do verde ao preto, a classificação define as medidas de flexibilização ou restrição das atividades econômicas:

Dependo da classificação, mudam as recomendações de biossegurança 

Indicadores

Os indicadores da Saúde serão estabelecidos em valor percentual de 0 a 100%, sendo o maior percentual equivalente à menor situação de risco, baseada em três elementos críticos: Vigilância Epidemiológica, Serviços de Saúde e População Vulnerável.

Esses elementos, por sua vez, são desmembrados em dez indicadores, com diferentes pesos (percentuais), que vão desde a incidência em populações indígenas; disponibilidade de testes, leitos de UTI e Equipamentos de Proteção Individual até a localização geográfica no caso de regiões que fazem divisa com estados que apresentam grande incidência de casos.

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