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Saúde

05/05/2014 12:33

Cientistas revelam que injeção de sangue jovem ajuda combater doença de Alzheimer

Novo método

Uma pesquisa americana, divulgada nesta segunda-feira (5), revela que existe a possibilidade de um novo tratamento da doença de Alzheimer utilizando a injeção de sangues.  O método lembra os famosos filmes de vampiros, sobre a ingestão de sangue humano para a vitalidade. Já que segundo a pesquisa, injeções de sangue jovem humano poderiam impulsionar o funcionamento do cérebro e, portanto, ajudariam no tratamento de Alzheimer.

Os cientistas já realizaram os primeiros testes em ratos velhos e jovens tiveram seus vasos sanguíneos ligados para permitir o fluxo de um para o outro. Neste experimento também foram dados aos animais mais velhos injeções regulares de sangue jovem, onde se constatou que o sangue novo impulsionou o número de conexões entre as células no centro de memória do cérebro e as tornou mais fortes.

Reforçando também o sentido do olfato, que aguçou nos mais velhos, assim como os mais novos, conseguiram se lembrar de como sair de uma piscina.  

 “É como se os velhos cérebros fossem recarregados por sangue novo”, disse o cientista Tony Wyss-Coray, que pretende testar o tratamento em pacientes com Alzheimer em questão de meses.

Em um segundo estudo, profissionais da Universidade de Harvard usaram o sangue jovem para aumentar a força de camundongos idosos. A resistência também melhorou e uma proteína chamada GDF11 parece ser a chave. A terceira parte da pesquisa, também de Harvard, apontou que essa proteína é que ajudar a aguçar o cheiro. Isso sugere que pode ser possível encapsular os benefícios de sangue jovem em um comprimido em vez da necessidade de injeções regulares.

A Pesquisa de Alzheimer do Reino Unido afirma que as conclusões são interessantes, mas pede cautela. “Esses estudos são de significado desconhecido para os seres humanos. Não investigam o tipo de comprometimento cognitivo observado na doença de Alzheimer, o que não é uma consequência inevitável do envelhecimento. Alzheimer é a causa mais comum de demência e precisamos urgentemente de tratamentos capazes de parar a doença”, acrescentou Eric Karran, diretor de pesquisa da instituição.

Conforme divulgou o jornal Daily Mail, os testes em humanos devem ser realizados ainda neste ano.

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