Menu
Busca domingo, 05 de julho de 2020
ALMS
Solidariedade

Lutando pela vida, bebê precisa de doações para realizar transplante em Miami

Rayllan nasceu com má formação do intestino e desenvolveu cirrose após aliemntação incorreta

09 setembro 2016 - 12h11Por Diana Christie

Com um ano e um mês de vida, Rayllan Ramos Souza já passou por dificuldades que deixariam qualquer adulto desamparado e agora corre contra o tempo para superar os novos desafios e realizar um transplante de intestino e fígado. Na falta de doadores brasileiros, a família faz campanhas de arrecadação para levar o pequeno até Miami, nos Estados Unidos, onde as doações de órgãos são mais recorrentes e o bebê terá mais chances de recuperação.

Pré-maturo, Rayllan nasceu no Hospital Regional, em Campo Grande, mas está internado em um hospital de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Segundo a mãe Jaíne Teixeira Ramos, de 23 anos, o menino nasceu com má formação no intestino. “Ele nasceu com 15 centímetros, um bebê normal tem 2 metros. Ele mamou no peito duas semanas, mas começou a vomitar, a ficar com diarreia, e voltou para o hospital”, explica.

Sem poder se alimentar normalmente, Rayllan começou a receber nutrientes através de catéteres inseridos diretamente na veia e, em quatro meses, desenvolveu cirrose no fígado. De acordo com a mãe, o episódio ocorreu, essencialmente, por um erro médico, pois os alimentos ministrados no Hospital Regional eram muito 'fortes'. Assim, a família iniciou uma nova batalha para transferir o pequeno para um hospital melhor equipado.

No Rio Grande do Sul, o hospital possui médicos qualificados e equipamentos para realizar a cirurgia de transplantes, mas o problema é a falta de doadores brasileiros. Por ser um bebê, Rayllan só pode receber órgãos de crianças menores que ele, o que dificulta ainda mais a procura por doadores. Sem outra opção, a família arrecada dinheiro para tentar o transplante em Miami.

“Aqui tem uma cirurgia para alongar o intestino dele e abrir porque a comida não sai pra fora. Ele tentou fazer o alongamento, mas não conseguiram. O Rayllan teve uma hemorragia por causa da cirrose no fígado e só o transplante agora. Ele é o primeiro bebê na fila de intestino aqui no Brasil. A gente está brigando na Justiça para levar ele a Miami, mas ainda precisamos de uma carta de aceite do hospital de lá”, explica Jaíne.

Com dedicação exclusiva ao filho, tanto Jaíne quanto o esposo não podem trabalhar e se revezam em turnos no hospital. A única renda da família é da aposentadoria do avô do menino, que doa metade do salário para custear a estadia deles em Porto Alegre. Para completar, eles precisarão ficar dois anos nos Estados Unidos para garantir a completa recuperação de Rayllan sem poder trabalhar, por causa das limitações do visto de saúde.

Sem alternativas, a família se sustenta através de bingos, eventos beneficentes e doações. Quem tiver interesse em ajudar pode depositar qualquer valor nas contas bancárias em nome do bebê, conforme as descrições a seguir:

(RAYLLAN RAMOS SOUZA)

CAIXA ECONÔMICA (Poupança):

Agência: 1312

Operação: 013

Conta: 32223-8

BANCO DO BRASIL (Poupança):

Agência: 0211-9

Conta:30.520-0

Variação: 51

CPF DO RAYLLAN: 074.411.751-86

A história de Rayllan ainda pode ser acompanhada pela página dele no Facebook, clicando aqui.

Leia Também

Após ser infectado e curado da covid-19, Alex propõe reflexão sobre cuidados contra doença
Algo mais
Após ser infectado e curado da covid-19, Alex propõe reflexão sobre cuidados contra doença
'Um amigo, um conselheiro', diz Délia sobre secretário assassinado em Dourados
In Memoriam
'Um amigo, um conselheiro', diz Délia sobre secretário assassinado em Dourados
TOQUE DE RECOLHER: Guarda acaba com festa de 100 pessoas e manda mais 275 para casa
Cidade Morena
TOQUE DE RECOLHER: Guarda acaba com festa de 100 pessoas e manda mais 275 para casa
VÍDEO: som 'rola solto' em conveniência e moradora denuncia aglomeração no Nova Lima
Cidade Morena
VÍDEO: som 'rola solto' em conveniência e moradora denuncia aglomeração no Nova Lima