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Saúde

há 3 semanas

Mãe faz peregrinação em busca de cirurgia para retirada de pinos de filha de 7 anos

Criança está há quatro meses esperando por procedimento, após cirurgia realizada na Santa Casa

A diarista Elaine Machado Azeman, de 41 anos, enfrenta verdadeira jornada em busca de uma cirurgia de retirada de pinos para a filha, de apenas 4 anos, em Campo Grande. A menina se machucou em setembro do ano passado e desde então a família não consegue vaga para realizar o procedimento de retirada dos implantes de metal. 

Para o jornal TopMídiaNews, a mãe relatou que já passou por diversas unidades de saúde em busca de orientação, mas é apenas “jogada” de um lado a outro da cidade. “Já fui na UBS [Unidade Básica de Saúde] Santa Carmélia, na UBS Jardim Azaléia e nada. UPA [Unidade de Pronto Atendimento] também não resolve”. 

A menina teria sofrido uma queda na porta da escola, e quebrou o braço direito. Três semanas após a cirurgia, realizada na Santa Casa, a criança deveria passar pela primeira consulta, e em 45 dias, retirar os pinos, mas nenhum dos dois foi feito. Agora, o quadro está evoluindo para uma infecção, segundo Elaine.

“Ela está com dois pinos que estão prejudicando o braço dela. Esta inflamando; isso era coisa de 45 dias, mas já vai passar para cinco meses”, desabafa. 

Além de procurar as unidades de saúde, a mãe também buscou orientação nos conselhos tutelares e assistência social, mas seguiu sem resposta sobre a realização do procedimento. Nesta quarta-feira (21), a mulher passou por nova tentativa na UPA Coronel Antonino. 

“Eu não tô aguentando mais isso, ninguém faz nada, Santa Casa não me dá uma resposta, eu vou lá, eles só falam que os médicos estão de greve, que não tem retorno. Isso é desesperador, porque fico sem saber para onde ir, com quem falar”, disse. “E falaram para mim que só a Santa Casa resolve isso, que não tem outro hospital para procurar”.

Há meses com o corpo estranho no organismo, a menina está apresentando sintomas de infecção, com febre e dores constantes. A busca pelo procedimento também faz com que Elaine perca trabalhos e tenha maiores gastos. 

“Estou desesperada. E meus gastos aumentaram, porque tenho que ficar levando ela junto para os médicos olharem, e estou pagando por carro de aplicativo. Não estou conseguindo trabalhar e aina tenho dois filhos menores sob meus cuidados. Está complicado”.

A reportagem entrou em contato com a Santa Casa de Campo Grande e aguarda posicionamento. 
 

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