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Pesquisas desenvolvidas no Estado definem estratégias para a prevenção de DSTs

Entre as dinfecções sexualmente transmissíveis mais diagnosticadas em Mato Grosso do Sul, há o HPV, Sífilis e HIV

18 DEZ 2016
Assessoria
17h29min
Foto: Divulgação

Pesquisadores do Núcleo Emergente de Pesquisa em Infecções Sexualmente Transmissíveis no Estado de Mato Grosso do Sul, em parceria com o Governo do Estado por meio da Fundect, vem desenvolvendo pesquisas que pretendem  alinhar as estratégias de prevenção a IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis) já estabelecidas pelos órgãos de saúde, à realidade de nosso Estado.
 
De acordo com a  pesquisadora Inês Aparecida Tozettie, responsável pelo núcleo, a implantação de técnicas para detecção de tipagem de vírus e outros microrganismos, representa um grande avanço tecnológico para o Estado, uma vez que permitirá a continuidade dos estudos relativos às ISTs e a implantação de conduta terapêutica mais apropriada, com melhor prognóstico para os pacientes.
 
“O grupo pretende colaborar de maneira significante com fatores vitais para um melhor controle  dessas infecções progressivas que atingem toda a população, mas com maior impacto na populações consideradas vulneráveis, tais  como mulheres e homens profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas. Essas populações, discriminadas socialmente, tem acesso aos serviços de saúde de forma mais crítica, seja por discriminação,  inibição ou desconforto. Sendo assim, o grupo busca levar a essas populações atenção básica, vacinação e orientações sobre prevenção das IST”s”, afirma a pesquisadora.
 
Entre as IST’s mais diagnosticadas no Estado temos o HPV, Sífilis e HIV. As pesquisas contam com a parceria da Secretaria de Saúde do Estado , UFMS e da Fiocruz-RJ. 

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