Menu
segunda, 17 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Saúde

Prefeito mantém Centro Pediátrico, mas quer intervenção do Conselho de Saúde

27 agosto 2015 - 15h38Por Alessandra Carvalho e Rodson Willians

O prefeito Alcides Bernal (PP), anunciou na tarde de hoje (27) que o Cempe (Centro Municipal Pediátrico) deve continuar funcionando na avenida Afonso Pena em Campo Grande. Inaugurado por Gilmar Olarte, o local é cercado de denúncias, e Bernal avisou que vai acionar o Conselho de Saúde para resolver o impasse.


A primeira ação no início da gestão é solucionar o caos da saúde e educação, isso na visão de Alcides Bernal. "Vamos conversar com os grevistas da categoria dos médicos e fazer o pedido para que eles voltem a fazer os procedimentos normais. Será feita uma auditoria para verificar o estado de todos os postos de saúde”, informou.


Os contratos que foram feitos pela antiga administração serão revisados, inclusive o da Santa Casa, e analisados com mais critério. O comando da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), Jamal Salem (PR), sai e deve ser substituto por Ivandro Corrêa Fonseca. Logo após confirmar Fonseca, Bernal agora faz mistério do novo nome e diz para 'ver no Diário Oficial'.


Ivandro participou da reunião na Prefeitura da Capital e apontou que desde o dia 1º de janeiro até hoje (27), 200 pessoas morreram nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Centros de Saúde Regional. “É inadmissível que tenha ocorrido diversas mortes por falta de atendimento. Isso não pode ocorrer. Não tem faltar equipamentos de trabalho e funcionários”, opinou.


Bernal declarou que vai cortar gastos na prefeitura, mas sem afetar o andamento dos trabalhos no município. “Vou acionar a Controladoria Geral da União, Ministério Publico Estadual, Tribunal de Contas Eleitoral. Para verificar a quebra de R$ 1,2 bilhões que está nos caixas da Prefeitura da Capital. Vai ter redução de secretaria e será exonerado os funcionários fantasmas. As obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), estão parados e devo pedir apoio da bancada federal e pedir apoio dos deputados federais”.