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Saúde

Quatro cubanos e um brasileiro do programa Mais Médico começam a trabalhar amanhã

Saúde Pública

05 novembro 2013 - 17h15Por Aline Oliveira e Willian Leite

O Prefeito Alcides Bernal realizou na tarde desta terça-feira (5), uma coletiva de imprensa para apresentar os cinco médicos que irão assumir vagas na rede municipal de saúde, por meio do programa do governo federal, 'Mais Médicos'. Dos profissionais apresentados, quatro são de Cuba e um é brasileiro.

 

" A Dilma e o ministro Alexandre Padilha foram ousados na implantação do programa e por enfrentarem a classe médica brasileira. Eu apoio esta iniciativa que é louvável e acredito que independente da nacionalidade o que importa é a boa formação", destacou o chefe do Executivo.

 

O novo secretário municipal de governo e relações institucionais (Segov), Pedro Chaves comentou que o país enfrenta uma defasagem no número de profissionais de saúde generalistas (clínicos gerais) e o programa veio para mudar esta situação. "Existe uma necessidade de mais médicos generalistas, pois, atualmente quem se forma acaba optando pela especialização. Por isso acredito que o programa abre as portas para quem tem vontade de trabalhar", analisou.

 

Uma das médicas provenientes de Cuba, Libia Ester Hernandez deve assumir amanhã (6), a Unidade de Saúde do Jardim Batistão e possui experiência no atendimento de saúde da família. "Quero ajudar as pessoas mais necessitadas, já que sempre trabalhei como médica da família", declarou.

 

A médica Leticia La Caridad Perez Fernandes assumirá a Unidade de Saúde do bairro Iracy Coelho. Ela afirmou que foi muito bem recebida e não se sentiu preterida em nenhum momento. "Não percebemos o preconceito em Campo Grande, fomos acolhidos em todos os lugares, até mesmo pela classe médica", destacou.

 

Já o único homem da equipe, o clínico-geral Leonardo Ojeda Hernandes vai trabalhar na Unidade do bairro Itamaracá e ressaltou que as condições de trabalho oferecidas pela Capital são satisfatórias e superam o valor do salário. "O salário pode ainda não ser o ideal, mas as condições para trabalhar são boas e isso faz toda a diferença", opinou.

 

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