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quarta, 28 de julho de 2021
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Saúde

Queiroga defende o SUS e lamenta mortes da covid em passagem por Campo Grande

16 julho 2021 - 13h35Por Diana Christie e Rayani Santa Cruz

Em visita a Campo Grande, o ministro Marcelo Queiroga adotou uma postura de defesa do SUS (Sistema Único de Saúde) e lamentou as mortes provocadas pela covid-19.

Ele afirmou que, em pouco mais de 120 dias de gestão, sente que a missão é difícil, mas é uma oportunidade de ajudar aos brasileiros durante a emergência sanitária. "Milhões de vidas ceifadas e solidarizamos com os que sofrem."

Queiroga ainda destacou que a saúde é direito de todos e obrigação do Estado. "Com o SUS, os brasileiros passaram a ter cidadania. É preciso defender o sistema e formar profissionais aptos para atender as demandas e principalmente a atenção primária. Isso é uma prioridade do governo Bolsonaro”.

Também declarou que a telesaúde – atendimento não presencial - vai fazer diferença nas próximas décadas e que "o Governo Federal tem investido em qualificação dos residentes em saúde da família e atenção básica".

Pela Assembleia Legislativa, o deputado Lídio Lopes agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro, que está internado por uma obstrução intestinal.

"Sei que através do Ministério da Saúde, o presidente Jair Bolsonaro vai garantir aquisição de 100% das vacinas para imunizar toda a população nos próximos meses", apontou.

Trabalho conjunto

O secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, afirmou que a equipe do ministério vem atendendo bem as demandas de Mato Grosso do Sul. Agradeceu ainda a bancada federal, prefeitos, secretários municipais e os vereadores dos 79 municípios.

Ele destacou que MS saiu do quadro crítico, onde teve de transferir pacientes a outros estados, graças ao esforço conjunto. "Temos hoje quase um terço de óbitos que tínhamos há 40 dias. Isso se dá às medidas e processo de vacinação contra a covid-19."

"Digo que o milagre é a unidade, prefeitos e prefeitas trabalhando em conjunto, os horários de distribuição e logística, além de incentivos financeiros e parcerias com iniciativas privadas", finalizou Resende, destacando o ranking de imunização do Estado.

A senadora Soraya Thronicke destacou que todas as vezes que bateu às portas do ministério sabia que seria atendida. "Sua vinda e a da doutora Rosana (ex-presidente do HR) foi extremamente importante para diminuir as mortes."