A SES (Secretaria de Estado de Saúde) confirmou dois casos de febre chukungunya no Mato Grosso do Sul, um em Campo Grande e outro em Corumbá. Segundo a pasta, o problema é influência da grande epidemia da doença que os países vizinhos estão enfrentando, que reflete diretamente no municípios da fronteira.
Um dos pacientes, uma mulher residente em Campo Grande, foi contamina durante as férias na Colômbia no mês de novembro de 2014, vindo a ser tratada na Capital sul-mato-grossense. O outro caso, em Corumbá, está em alerta para possíveis novas infecções, pois o país que faz fronteira com a cidade, a Bolívia, está com 'evidente circulação do vírus', segundo a SES.
Também transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, a pessoa infectada sente febre acima de 38°C, dor intensa nas articulações, inchaços e os sintomas podem aparecer até duas semanas depois da picada.
A recomendação é manter repouso e ingerir muito líquido, evitar a exposição à mosquitos e procurar uma unidade de saúde, principalmente pessoas no grupo de risco: menores de 2 anos, maiores de 65 e pessoas com comorbidade (pacientes com duas patologias, como diabetes e hipertensão).







