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Saúde

Sem Caravana fila da cirurgia de olhos duraria 35 anos, afirma Azambuja

09 maio 2016 - 16h40Por Da Redação

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que sem a Caravana da Saúde teria paciente com a necessidade de se submeter a uma intervenção cirúrgica que poderia ficar na fila por mais de três décadas. Ele afirmou isso hoje de manhã, em Campo Grande.

Note o cálculo do governador, que pôs em prática a Caravana, maior mutirão da saúde já promovido em Mato Grosso do Sul, no início de seu mandato, no ano passado. Azambuja disse que no começo de 2015, assim que assumiu o mandato, ao menos 17 mil pessoas pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) esperavam por consultas para a cirurgia da visão, principalmente a chamada catarata.

Do início do programa até agora, período de 10 edições da Caravana (em 1 ano e cinco meses), foram feitas 23 mil cirurgias, afirmou o governador e há uma estimativa de que em torno de 40 mil atendimentos oftalmológicos sejam realizados na 11ª edição do programa, que começa no sábado, 14 e vai até o dia 29 deste mês, em Campo Grande e outras 16 cidades próximas.

Ainda segundo as contas do governador, pelos dados apurados por seu governo, aqui em Mato Grosso do Sul, o número de cirurgias de olhos feitas somavam em torno de 1,2 mil por ano até o fim de 2014.

“Nesse ritmo levaríamos praticamente 35 anos para zerar a fila”, disse o governador Reinaldo Azambuja, que antevê grande movimentação nos dias de realização da Caravana da Saúde em Campo Grande. A informação foi dada em entrevista concedida à TV local.

O programa Caravana da Saúde começa sábado, dia 14, mas as primeiras consultas oftalmológicas começam amanhã pela manhã. O evento começa no prédio do Centro de Eventos Albano Franco, nos altos da Avenida Mato Grosso, na Capital.