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ALMS - NOVEMBRO
Saúde

Zerados no fim de semana, estoques de vacina são reabastecidos

02 maio 2016 - 14h21Por Amanda Amaral

A procura pela vacinação contra o vírus da gripe em Campo Grande foi tanta que, ainda no ‘Dia D’ da campanha, no sábado (31), foi quase esgotado o estoque de 49.600 doses que estavam disponíveis em 83 postos disponibilizados. Muitas pessoas se encaminharam hoje (02) pela manhã para os pontos de vacinação e voltaram sem ser imunizadas, já que as últimas doses eram priorizadas às crianças pequenas.

Contudo, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) garante que já foram recebidas mais 30 mil doses, mas as mesmas se encontram condicionadas no almoxarifado, passarão por registro e só depois serão distribuídas para as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e UBSFs (Unidades Básicas de Saúde da Família). Até o final da tarde, todos os locais já devem estar reabastecidos.

Conforme a secretaria, houve uma procura acima da revisão histórica da campanha na Capital, devido à mudança de clima e o receio da população perante notificações de óbito de pessoas que contraíram o vírus H1N1 em outros estados, mas não há risco de que essas pessoas fiquem sem a vacina.

Campanha

Para a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (A - H1N1 e B) em Campo Grande, foram disponibilizadas 80 mil doses para atender a população e os profissionais de saúde. A meta é que, até o dia 20 de maio, é atender o público alvo de 186.800 pessoas que compõem o grupo de risco.

Terão direito à vacina, conforme orientação do Ministério da Saúde, gestantes em qualquer idade gestacional; crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade; puérperas até 45 dias pós-parto; idosos; profissionais de saúde; indígenas; população privada de liberdade e os funcionários dos presídios, doentes crônicos. A Sesau, por meio do Serviço de Imunização da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica, informa que pessoas com hipertensão arterial sistêmica não fazem parte do grupo, exceto aqueles que possuam também comorbidade.  

A vacinação contra influenza mostra-se como uma das medidas mais efetivas para a prevenção da influenza grave e de suas complicações, contribuindo na diminuição da mortalidade em indivíduos portadores de doenças crônicas, reduzindo entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 60% o risco de pneumonia em lares de idosos, de 50% nas doenças relacionadas à influenza, e o risco global de hospitalização e morte, em cerca de 50% a 68%, respectivamente.