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Após decepção em 2016, São Paulo prioriza reforçar ataque

O São Paulo só quer saber de reforçar o setor para ajudar Rogério Ceni a ter um ano melhor à frente da equipe paulista

25 dezembro 2016 - 17h11Por Redação

Com o oitavo pior ataque do ano no Brasileirão, o São Paulo só quer saber de reforçar o setor para ajudar Rogério Ceni a ter um ano melhor à frente da equipe paulista.

Em 2016, o número de redes balançadas ficou atrás de equipes que lutaram para não cair como Santa Cruz, Vitória e Sport, por exemplo. Foram 44 gols marcados em 38 jogos.

Além de fechar com Wellington Nem e Neílton, a equipe paulista ainda tenta avançar nas tratativas pelo paraguaio Cristian Colmán, indicação de Rogério Ceni.

A diretoria sabe que precisa de nomes para outros setores, mas a prioridade será consertar o poder de fogo. Por exemplo, o artilheiro da temporada foi Jonathan Calleri, que fez 16 gols e jogou só meio ano. Seis gols atrás está Andrés Chávez que jogou 21 partidas.

Além disso, durante a temporada, o São Paulo vendeu Kieza, Wilder Guisao, Alan Kardec e Centurión. Todos esses atuavam à frente.

Recentemente, o nome de Ricardo Goulart também esteve no noticiário de contratações são-paulinas. Mas o São Paulo afirma que não avançará na busca do atacante porque os valores não batem com a política econômica do clube.