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CBF rejeita proposta da FGF e confirma negociação por redução de estaduais

27 janeiro 2016 - 14h13Por Da Redação

O secretário-geral da CBF, Walter Feldman, se mostrou incomodado com os termos usados pela mídia após a publicação da resolução da entidade permitindo somente amistosos até 30 de janeiro. Alega que em nenhum momento houve "veto" à Copa Sul-Minas-Rio, apesar de não ter dado autorização para o torneio. O dirigente confirma que está em pauta com as federações a possibilidade de redução dos estaduais para incluir a competição no calendário de 2017. A proposta da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), de transferir parte do torneio para o meio do ano, não foi bem recebida, justamente por caracterizar uma disputa. Feldman considera que seria apenas uma forma de adiar o problema.



O cartola avalia que, para este ano, é impossível acomodar a competição. Indagado se, em 2017, o calendário teria espaço para incluir o torneio e se haveria chance de diminuir as competições estaduais, Feldman confirmou. Disse até já ter conversado com o presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj), Rubens Lopes, maior opositor da Liga, sobre o assunto.



- Sim, sim, é outra negociação. Quando a gente fala que avançamos muito na negociação, além de colocar para 2017, partidas amistosas, avançamos no critério técnico, que é uma obrigação do Estatuto do Torcedor. A Liga trabalha com critério de convite, que é proibido pelo Estatuto do Torcedor, não é bom. Introduzir o critério técnico inclusive para dar mais força aos estaduais. Negociamos com várias federações para haver uma adaptação do calendário estadual, eventualmente até adaptação do calendário nacional, entendendo que a Copa Sul-Minas-Rio vale a pena o esforço de todos. Quando a gente sinaliza isso tudo e dizem que a CBF veta, proíbe... Onde tem na nossa resolução que a CBF proibiu? A gente joga muito em desvantagem.



Sobre a proposta do presidente da FGF, Francisco Novelletto, para transferir três jogos da Copa Sul-Minas-Rio para junho, no mesmo período da Copa América, ele afirmou:



- Eu falei com o Novelletto. Disse que a grande questão é que isso é um jeito de colocar o problema para frente, porque vai ser um torneio. A gente acha que torneio não é bom. Não tem data. Esse ano, vocês que mais trabalham a crítica a um calendário brasileiro inchado, com muitas partidas, sem folga... Além de tudo isso, tem Jogos Olímpicos, tem Copa América. Vamos fazer uma coisa planejada. É a configuração de um torneio, em um calendário muito cheio, tem de ser planejado um ano antes. Não pode ser de fevereiro para junho.



Feldman sinalizou ainda com a liberação de mais uma data para amistosos:



- É, o que foi negociado, a reunião entre o Rubens e o Gilvan (Tavares, presidente da Liga) sinalizou exatamente isso. Teriam partidas amistosas, seria um grande número porque são 12 participantes, mostrando que é algo que se pode transformar em um grande torneio, negociado, como foi a Copa do Nordeste. Em 2010, fizeram desse jeito, apressado, acelerado, açodado. Não deu certo. Depois sentaram todos e fizeram algo que hoje tem uma importância nacional e está no calendário. É preciso um pouco de boa vontade.

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