Polícia

02/09/2021 17:00

Polícia espera namorado se recuperar para prestar depoimento sobre morte de Bruna

Namorado da vítima deve ajudar na investigação policial; equipe está em diligências

02/09/2021 às 17:00 | Atualizado 02/09/2021 às 16:14 Vinicius Costa
Reprodução Facebook

A Polícia Civil está em diligências para tentar esclarecer a morte da jovem Bruna Moraes Aquino, de 22 anos, assassinada na noite desta quarta-feira (1°), no carro do namorado, de 34 anos, no Jardim Itamaracá, em Campo Grande.

Equipes do SIG (Setor de Investigações Gerais), da 4° Delegacia de Polícia, estão trabalhando para levantar pistas e quem sabe encontrar o suspeito que teria disparado os tiros que acertaram Bruna e seu namorado. A informação foi passada pelo delegado titular e responsável pelo caso, Nilson Friedrich.

O delegado explicou para a reportagem que não há nenhum fato novo até o momento da investigação, mas que a polícia analisa materiais apreendidos durante a noite de ontem.

O namorado de Bruna não cooperou com a investigação em virtude dos policiais terem colhido detalhes antes que ele entrasse para a sala cirúrgica.

Contudo, o delegado Nilson explicou que assim que ele estiver recuperado, vai novamente conversar com o rapaz para entender os fatos e quem sabe ajudar nas investigações para a prisão do autor dos disparos.

Morte

Bruna Moraes Aquino, 22 anos, foi assassinada na noite desta quarta-feira (1º), em Campo Grande. A jovem estava em um WV Gol, com o namorado, quando foi atingida por disparo de arma de fogo. Ela deixa uma filha de 1 ano. 

Conforme informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada, por volta das 20h, para ir até à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Universitário. 

No local, os militares foram informados que a jovem e o namorado de 34 anos haviam dado entrada com ferimentos de arma de fogo. 

Diante das informações, os militares foram até a rampa de acesso da emergência e encontraram Bruna morta no carro. 

Em contato com o namorado, ele informou estarem no veículo no Jardim Itamaracá quando foram atingidos. Ele contou que o atirador estava de roupas escuras, usava capacete e efetuou de 3 a 4 disparos.