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Líder da prefeita diz ser cobrado até na igreja, mas reluta em abrir CPI do Tapa-Buraco
Beto Avelar mostra pouco entusiasmo em abrir investigação, mesmo com suspeita de fraudes
Vereador Beto Avelar (Progressistas) disse estudar se uma CPI para analisar o caos do serviço de tapa-buracos em Campo Grande é necessária. Ele é líder da prefeita e diz ser cobrado pela população até na igreja, mas mesmo assim mostra pouco entusiasmo para a apuração.
Ao TopMídiaNews, o parlamentar disse que foi cobrado durante ida à missa no último domingo (11), em Campo Grande. Ele refletiu que, em que pese ser líder do Executivo na Câmara, é cobrado e tem interesse na resolução do problema.
Sobre a Comissão, Avelar disse que a autora do requerimento de criação, vereadora Luiza Ribeiro (PT), não lhe apresentou o objeto da CPI, que é um dos principais requisitos para a abertura da investigação parlamentar.
''Eu vou ver com a vereadora. Preciso ver o objeto'', prometeu Beto.
Melhorias
Avelar não opinou se vai assinar ou não o pedido da CPI. Porém, o discurso dele sugere que não. O parlamentar comentou que o problema é grave e que a saída seria executar o serviço de tapa-buraco à noite.
''A gente vê o serviço aí em avenidas movimentadas... não tem condições. Tem que fazer isso à noite. Têm que avançar com o serviço de dia e de noite'', sugeriu.
CPI
Até esta quinta-feira (15), a CPI do Tapa-Buraco conta com apenas sete assinaturas: Luiza Ribeiro, Jean Ferreira e Landmark Rios, todos do PT; Francisco Veterinário (UB); Marquinhos Trad (PV); André Salineiro (PL); Maicon Nogueira (PP). A assessoria do vereador Lívio Leite (UB) garante que ele é a favor da investigação, assim como Flávio Cabo Almi (PSDB) se diz a favor.