Quase dois meses após cozinheira de 50 anos quebrar o pé quando descia de um ônibus no Terminal Morenão, em Campo Grande, nenhuma providência foi tomada pela Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) para resolver o risco de acidentes. Na ocasião, a cozinheira acabou caindo ao pisar em um desnível no chão, fraturando o pé e ferindo joelho e braço.
O caso aconteceu no dia 29 de dezembro do ano passado e, na data, a administração do terminal alegou já ter dado entrada no pedido de conserto do buraco junto da Agetran, mas sem resultados até agora.
O marido da cozinheira, Carlos Silva, explica que mesmo com sua esposa fraturando o pé dentro do terminal por falta de manutenção, ela não recebeu nenhum tipo de suporte ou auxílio com o transporte até o médico, ou com os gastos posteriores para tratamento.
"Só tivemos prejuízo, precisamos gastar com a compra da bota ortopédica para ela, além de um monte de coisa. E lá no terminal ainda está tudo irregular, não tem nada de isolamento da área", afirma Carlos.
A reportagem entrou em contato novamente com a prefeitura de Campo Grande e com a assessoria da Agetran, mas até o momento não teve retorno.








