Na rua Catiguá estão localizados o CRAS Dr Fauze Duailibi Amizo, do Jardim Canguru e a Escola Municipal Professora Arlene Marques Almeida, que fica no mesmo quarteirão, o que faz com que o fluxo naquele trecho seja intenso todos os dias. Entretanto, parte da calçada está intransitável, especialmente para crianças, idosos e PCDs (pessoas com deficiência).
Moradores encaminharam denúncias, informando que as condições das calçadas estão precárias, seja por estarem rachadas devido ao "estouro" provocado pelas raízes das arvores que ali foram plantadas, fazendo com que elas fiquem bastante irregulares e desniveladas, ou, ainda, por haver vários "montinhos" de entulho ao longo de um trecho dessas estruturas.
As rachaduras nas calçadas, além de impossibilitar a acessibilidade, também pode provocar acidentes, especialmente quando o pedestre é uma das crianças que se dirige à escola, um idoso que passa por ali, ou, ainda, quando alguma pessoa com mobilidade reduzida precisa passar.
De acordo com a denúncia, o problema fica próximo ao muro de uma escola municipal e também no trajeto utilizado diariamente por crianças, idosos e pessoas com deficiência (PCDs) que seguem para o CRAS Canguru. "Queremos relatar essa situação porque coloca em risco nossas crianças, idosos e PCDs. As árvores estão estourando as calçadas, dificultando a passagem e obrigando muitas pessoas a caminharem pela rua", relata um morador.
Os moradores já teriam pedido providências à prefeitura, mas até o momento, nada foi feito e nem sequer uma resposta foi dada a eles.
Além da dificuldade de locomoção, os moradores temem acidentes, principalmente com pessoas de mobilidade reduzida e estudantes que circulam pelo local e precisam se "aventurar" passando pela pista de rolamento.
O espaço do TopMídiaNews fica aberto, caso a prefeitura queira se manifestar sobre providências que podem ser tomadas ali.









