Uma jovem procurou a equipe do TopMídiaNews para relatar uma situação vivenciada na semana passada na UPA Universitário, quando teria levado a avó - que sofre de trombose e problemas do nervo ciático - para obter atendimento naquela unidade de saúde. Elas teriam chegado ao local por volta das 6h30 da manhã e teriam saído às 10h30, mas sem conseguir o atendimento.
A neta, que prefere não se identificar, conta que a avó teria passado pela triagem, mas foi encaminhada de um enfermeiro para outro, sem que se definisse quem a atenderia. Ela alega que foi necessário insistir muito até que um dos profissionais conseguisse encaixá-la com outra médica da unidade, porém, ainda assim, a idosa não teria sido chamada.
“Ela foi jogada de um enfermeiro para outro. Quando finalmente conseguiram encaixar com uma médica, ela simplesmente não chamava minha avó”, relatou.
A neta conta que chegou a procurar a assistência social no local, mas que teria sido tratada com grosseria. “Chegamos às 6h30 e fomos sair de lá às 10h30. Uma palhaçada. Ela foi tratada com desleixo. Alguém tinha que tomar uma providência”, desabafou.
Outro ponto levantado pela jovem foi a frustração para registrar reclamação na ouvidoria. “Liguei na ouvidoria, trocaram o número e foi uma burocracia danada para conseguir falar com alguém.”
Ainda em desabafo, ela comentou sobre a postura dos profissionais da unidade de saúde. “Tudo bem que está assim em todo lugar, mas não é possível as pessoas escolherem essa área para trabalhar e ficarem competindo com colega sobre quem atendeu mais ou menos pacientes”, disse.
A reportagem entrou em contato com a Sesau para obter um posicionamento sobre o caso, mas até o fechamento desta matéria, não obteve resposta. Desta forma, o espaço do TopMídiaNews fica aberto para manifestações.








