Segundo relato da nora, a paciente teria ferido o dedo após fechar a porta de um carro e prensar a mão. A família afirma que ela aguardou atendimento desde as 8 horas da manhã, mas acabou deixando a unidade sem solução para o problema após 12 horas de espera. “Minha sogra não aguentou de dor e tive que levá-la embora para casa. Não resolveu nada”, relatou a familiar.
Ainda conforme a denúncia, a idosa é diabética e hipertensa, o que aumentava a preocupação da família durante a longa espera na unidade de saúde.
A acompanhante contou ainda que houve informações incongruentes durante o atendimento. “Ficava naquela angústia, sem saber o que iam fazer com ela. No final, falaram que tinha quebrado, depois disseram que não quebrou”, afirmou.
Além da situação da paciente, a família também reclamou da quantidade de pessoas aguardando atendimento na unidade. “Está um total descaso. Muita gente e sem atendimento”, desabafou.
A reportagem procurou a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) para pedir posicionamento sobre a denúncia e aguarda retorno.








