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Campo Grande

há 1 mês

Idoso de 82 anos recorre a tratamento particular para não morrer na fila do SUS em Campo Grande

Sem recursos e com exames atrasados na rede pública, parentes criam vaquinha para custear atendimento médico urgente

Uma família de Campo Grande recorreu ao tratamento médico particular, mesmo sem condições financeiras, para tentar salvar a vida de um idoso de 82 anos que enfrenta uma série de doenças graves e aguarda há semanas por exames essenciais pelo Sus (Sistema Único de Saúde).

João de Deus vive hoje uma rotina marcada pela dor, pela incerteza e pela urgência. Ele apresenta falência do lado direito do fígado, comprometimento renal, feridas avançadas causadas por câncer de pele, diabetes com lesões que não cicatrizam nos pés e, recentemente, sofreu uma queda que resultou em fratura. 

Diante da demora no atendimento pelo Sus, a família decidiu recorrer à rede privada para evitar que o idoso “morra na fila”.

Segundo a familiar, alguns exames só foram possíveis graças às primeiras doações arrecadadas em uma vaquinha virtual criada no dia 20. Cada exame particular custa cerca de R$ 707, enquanto os medicamentos passam de R$ 100 por caixa.

“O Sus atende, mas tudo demora muito. Um exame essencial foi marcado para um mês depois e nem saiu ainda. A gente não podia esperar”, relata a familiar. 

Atualmente, o idoso é acompanhado por três médicos, clínico geral, ortopedista e dermatologista e o custo estimado do tratamento completo chega a aproximadamente R$ 35 mil, valor totalmente fora da realidade da família.

Moradores da região do bairro São Conrado, em Campo Grande, os familiares afirmam que a vaquinha é, hoje, a principal esperança para manter o tratamento, para solicitar esclarecimentos sobre a demora no atendimento e a falta de priorização do caso, considerado grave.

A família afirma estar aberta a receber visitas de quem quiser conhecer a situação de perto. “Tem gente que acha que é mentira, mas quem vem aqui vê. É triste”, desabafa.

Para quem quiser ajudar a família a dar continuidade ao tratamento, podem fazer a doação através do link (click aqui). 

Entramos em contato com a Prefeitura de Campo Grande, para solicitar sobre a demora nos atendimentos, mas não tivemos resposta até o fechamento.

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