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domingo, 23 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Campo Grande

MPE investiga 'maquiagem' em controle de gastos no Paço e abre 4 processos

09 novembro 2015 - 15h33Por Rodson Willyams

O Ministério Público Estadual abriu diversos procedimentos preparatórios e inquéritos civis contra a prefeitura de Campo Grande. O promotores receberam denúncias recheadas de possíveis irregularidades no Paço Municipal, que vão desde a contratação irregular de empresa do ramo de informática à exoneração e nomeação das mesmas pessoas dos quadros da prefeitura, como tentativa para demonstrar a gestão de gastos no Executivo.

De acordo com o Diário Oficial do MPE, o Procedimento Preparatório, de nº 47/2015, que tramita na 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, apura denúncia contra a prefeitura de Campo Grande, referente a eventuais irregularidades na Mato Grosso do Sul devido a contratação de empresa do ramo de informática pelo Município de Campo Grande. 

Já referente aos inquéritos civis, há o de nº 113/2014, da 30ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social investiga irregularidade no fato da Prefeitura Municipal de Campo Grande estar realizando exonerações seguidas de nomeações das mesmas pessoas, tentando demonstrar gestão de gastos. 

Outro inquérito, de nº 21/2013, da 26ª Promotoria de Justiça do Meio Ambiente apurar eventual recebimento de resíduos de serviços de saúde de outra(s) unidade(s) da federação por empresa(s) localizada em Campo Grande/MS, bem como sua(s) adequação(ões) jurídico-ambiental e regularidade de transporte, armazenamento, neutralização e destinação final. 

Por fim, há o de nº 1/2014, da 32ª Promotoria de Justiça da Cidadania da comarca de Campo Grande, que se refere ao Secretaria Municipal de Saúde, para apurar a notícia de excesso de demanda relativa ao setor de Infectologia e a possível falta de leitos de infectologia no Município de Campo Grande.

Santa Casa 

A 49ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, de nº 7/2015, ainda apura denúncia contra a Associação Beneficente Santa Casa da Campo Grande, o assunto se trata de eventual irregularidade na retirada de recursos da Fundação, gerando descontinuidade no serviço de médicos especialistas.