Paciente do SUS (Sistema Único de Saúde) que enfrenta dificuldade para acessar medicamento essencial para o tratamento da próstata, Juacir Cavassa, 77 anos, foi à Câmara Municipal, nesta terça-feira (18), pedir ajuda e explicações aos vereadores. Segundo ele, a medicação, que controla o aumento da próstata, é distribuída exclusivamente pelo CEM (Centro de Especialidades Médicas) e não está disponível nos postos de saúde do bairro.
“Normalmente, é distribuída no CEM, mas quando chego lá simplesmente não tem, falam que falta no sistema”, contou o paciente. Ele relata que a ausência do remédio já se prolonga por cerca de 8 a 10 meses e que, devido à falta no SUS, precisa comprá-lo por conta própria, com custo aproximado de R$ 28 a R$ 30 mensais.
O paciente critica a gestão Adriane Lopes (PP) e questiona a utilização de recursos federais destinados à saúde: “O município recebe esse dinheiro do governo federal para manter essas medicações aqui no estado. Se não tem, não dá para entender o que fazem com o dinheiro.”
Ele também ressaltou que outros medicamentos de uso contínuo, como os para pressão alta, estão sendo fornecidos normalmente nos postos de saúde, destacando que o problema se restringe ao medicamento para próstata.
O paciente cobra ação das autoridades competentes, incluindo vereadores e gestores municipais, para garantir a disponibilidade da medicação no SUS e evitar que usuários tenham que arcar com os custos.







