Uma moradora do bairro Santo Amaro, em Campo Grande, recebeu uma informação que a deixou impressionada e indignada. Ao procurar o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) para recolher um gato agressivo que estaria atacando pessoas e outros animais dentro de um condomínio, recebeu a informação de que o órgão não poderia atender à ocorrência por falta de gasolina.
Segundo a denunciante, o animal estava solto no seu condomínio e parecia ser de rua, já que nenhum tutor foi localizado. “Ele apresentou perigo, pois estava atacando as pessoas e outros animais. Era bravo”, relatou.
Em conversa por aplicativo de mensagens com o centro, uma pessoa ligada ao atendimento informou que a equipe estaria “sem gasolina” e também sem medicação para eutanásia, o que impossibilitaria o deslocamento até o endereço.
Indignada, a moradora decidiu procurar expor a situação. “É o mínimo que eles deveriam ter para realizar esses tipos de atendimentos”, afirmou. Ainda conforme a denúncia, a falta de resposta do órgão gerou insegurança entre moradores e tutores de pets no condomínio.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Campo Grande e o CCZ, e aguarda posicionamento sobre a situação operacional do Centro.










