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sábado, 26 de setembro de 2020
Cidade Morena

Adolescentes representam 13% das gestantes em Campo Grande

Em 2018, foram registrados 16.446 nascimentos de bebês na Capital de Mato Grosso do Sul

01 junho 2019 - 18h10Por Amanda Amaral

Em Campo Grande, 13,3% das gestantes que deram a luz em 2018 foram jovens abaixo de 18 anos de idade. O levantamento é da da Coordenadoria de Estatísticas Vitais (Cevital), divulgado pela Secretaria Municipal de Sáude (Sesau).

As adolescentes resitentes na Capital de Mato Grosso do Sul representam a parcela significativa entre 14.226 mil nascimentos, de um total de 16.446 mil contando casos de gestantes que não vivem no município. O estudo considera apenas os partos de bebês que nasceram com vida. 

Pela ordem de idade, 70,7% foram de mães de 20 a 34 anos e 16% de mães com 35 anos ou mais. 

Houve pequena queda no índice em comparação ao ano anterior, quando as adolescentes representaram 14% na estatística. Também em 2017, 71,8% foram de mães entre 20 e 34 anos e 14,2% nas mães acima de 35 anos, o que revela uma tendência para diminuição na gravidez precoce.

Onde

Conforme o boletim, 16.329 nascimentos ocorreram em hospitais, 57 em outros estabelecimentos de saúde, 51 partos foram domiciliares e nove ocorreram em outros locais.

A Associação de Amparo a Maternidade e a Infância (Maternidade Cândido Mariano) concentrou a maior quantidade de nascimentos (9.102), o que representa 55,6% do total, sendo a média de 758,5 nascimentos por mês.

A Santa Casa de Campo Grande concentra a segunda maior taxa de nascimentos, com 3.128 nascidos vivos, ou equivalente a 19,1% do total e média mensal de 260,7 nascimentos por mês.

Em seguida aparecem os hospitais Regional e Universitário com 2.193 (13,4%) e 1.701 nascimentos (10.4), respectivamente, e o Hospital Geral do Exército com 192 nascimentos.

As dez unidades de urgência e emergência do município (UPAs e CRSs) registraram 54 nascimentos durante o ano de 2018.

Brasil

A cada ano, mais de 500 mil meninas entre 10 e 19 anos têm filhos no Brasil. Conforme o Ministério da Saúde, esse número já foi maior: em 2004, eram cerca de 660 mil, de acordo com o Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc). 

Essa redução está relacionada a vários fatores, como expansão de políticas públicas e mais acesso a métodos contraceptivos, e pode ser considerada um avanço, pois a gravidez precoce tem impacto diferenciado no corpo e na vida da jovem, assim como das crianças.

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