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sábado, 26 de setembro de 2020
Cidade Morena

Geladões gourmet ajudam a custear tratamento de rapaz que teve cabeça fraturada no parto

Vivendo com um salário mínimo em Campo Grande, família busca alternativas para que Alisson consiga fazer cirurgia de urgência

06 maio 2019 - 19h00Por Amanda Amaral

Há quase 21 anos, Alisson da Costa Souza precisa viver sob cuidados intensivos e entre idas e vindas de hospitais. O jovem teve a cabeça fraturada durante o parto e trata de grave paralisia cerebral, exigindo completa dedicação de sua família, que vive na periferia de Campo Grande.

Alisson precisa realizar cirurgia de urgência para fazer a substituição de seu aparelho de traqueostomia, que tem custo de cerca de R$ 350. Para conseguir o valor e como alternativa ao pouco dinheiro que sustenta os três membros da casa, apenas um salário mínimo, sua mãe Waldirene Aparecida da Costa Souza, 36 anos, começou a fazer e vender geladinhos gourmet. 

O dinheiro investido para começar a produção já cessou, já que a intenção é fazer produtos de qualidade que conquiste a clientela. Sendo assim, Wal pede qualquer ajuda, com doações de latas de leite condensado, creme de leite, chocolate Harold meio amargo ou branco, pacotes de Ovomaltine e sucos Tang de morando e maracujá.

“Quero muito trabalhar, mas estou sem condições. Às vezes tem gente que até tem em casa uma caixa térmica e que não está usando, se puder me ajudar doando eu agradeço. Também já seria de muita ajuda doações de fraldas Confort tamanho G ou leite de soja, já que ele não pode tomar leite comum”, relata.

Dificuldade

Waldirene hoje conta apenas com a ajuda do esposo, hoje desempregado, para cuidar do filho na humilde residência no bairro Santa Emília. Uma alimentação saudável e medicamentos para Alisson custam cerca de R$ 5 mil ao mês, e quase nada vem da ajuda da prefeitura que conseguiu judicialmente.

A operação de traqueostomia de Alisson é sua maior preocupação, já que vê o jovem sofrendo com o equipamento antigo, que chegou a fazer cortes em seu pescoço antes de ser costurado improvisadamente, mas que lhe rendeu uma infecção. O esposo de Waldirene também busca por chances de trabalho como carpinteiro.

Para saber mais como ajudar, basta entrar em contato pelo telefone (67) 99192-4594.

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