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Cidades

08/09/2017 09:28

Bebê sofre acidente grave e acaba na UTI; família precisa de doações para continuar na Capital

Para acompanhar tratamento longe da cidade onde vivem, pais perderam empregos e vivem em condições precárias junto aos filhos

A família do pequeno Vitor, de apenas dois meses, comemora por sua vida após um grave acidente de trânsito, mas passa por momento de dificuldade e pede ajuda para conseguir condições mínimas para se manter em Campo Grande. A mãe Juscilene, o esposo e mais dois outros filhos saíram de Ribas do Rio Pardo, a 94 km da Capital, para acompanhar o bebê na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo da Santa Casa), onde permaneceu durante um mês em estado crítico para se recuperar de traumatismo craniano e outras lesões.

O bebê caiu de uma motocicleta em movimento enquanto a mãe estava a caminho de um atendimento médico de urgência, o que traz à família temor de que haja consequências judiciais sobre o caso. O acidente, contudo, aconteceu em circunstâncias com narrativa delicada, que tem relação com um fato trágico do passado de Juscilene.

Há oito anos, ela sofreu tentativa de homicídio pelo então companheiro, que lhe deu 18 facadas pelo corpo e cometeu suicídio. Sem parte do pulmão e com sequelas que lhe causam outros problemas de saúde e dor até hoje, precisou consultar um profissional de saúde, mas não tinha dinheiro para pagar seu transporte ou com quem deixar o filho mais novo, portanto, o levou consigo.

Vitor teve perda de massa encefálica e ficou internado em estado gravíssimo na Capital, com possibilidade de ter sequelas de fala, movimento ou cognição. No princípio, apenas a mãe permaneceu todo o tempo próxima ao filho, mas entre as idas e vindas do pai, ele acabou perdendo emprego como servente de pedreiro no interior. Foi quando, junto com a outra filha do casal, de quatro anos, o pai de Vitor se juntou a esposa.

Assim que o bebê receber alta hospitalar por completo, o Conselho Tutelar deve atuar no caso para identificar como são os cuidados da família com as crianças. Isso, como explica Maria José Rainche, 53, amiga de Juscilene, tem os deixado muito tristes e preocupados, se somando a toda a necessidade pela qual passam longe de casa.

“Muitas pessoas compreendem a situação, não julgam, porque veem que eles são pessoas boas e que só buscam o melhor para esses filhos. Foi um fato lamentável, que não dá para voltar atrás, mas eles precisam de ajuda para se reerguer juntos”, relata Maria.

Para ajudar

Como ainda devem permanecer por todo o tempo do tratamento de Vitor em Campo Grande, o principal pedido da família é por itens de necessidade básica, como Nestogeno 1, roupas e fraldas para o bebê e alimentos não perecíveis. O pai das crianças pede por uma oportunidade de emprego e tem experiência como servente de pedreiro, mas aceita outras funções.  

Para entrar em contato e ajudar, basta ligar nos números de telefone (67) 99169-3817 ou 99109-1000.

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