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Começa o Leilão da Resistência com 800 animais a serem ofertados

Leilão

7 DEZ 2013
Carlos Guessy
14h58min
Foto: Kathy Rossatti

Começou o Leilão da Resistência na tarde deste sábado (07) que pretende leiloar cerca de 800 animais de fazendas envolvidas em conflitos pela terra, entre produtores rurais e indígenas.

O leilão foi liberado pela Justiça ontem à noite (6), mas hoje uma liminar determinou que todo o valor arrecado, deve ser depositado em juízo.

Conforme informações da Acrissul, foram doados 800 cabeças de gado que serão leiloadas, além de animais de pequeno porte e sacas de grãos diversos.

“Quem critica os produtores só o fazem porque nós os alimentamos”, disse o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Chico Maia.

“A gente vai resistir para trabalhar, para mantermos nossa atividade”, destacou Eduardo Ridel, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul). Cerca de 1000 pessoas participam do evento neste momento na Acrissul (Associação de Criadores de Mato grosso do Sul).

No início do evento fizeram uso da palavra o presidente da Acrissul, Chico Maia, e o presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Eduardo Riedel.

Integrante da Frente Parlamentar Agropecuária da Câmara dos Deputados, o deputado Ronaldo Caiado (DEM- GO), presente no leilão, criticou o governo Federal no que diz respeito a solução para os conflitos de terra.

“O governo federal não tem interesse em resolver os conflitos de terra. Promete, mas nunca trás nada de concreto. As invasões acontecem por uma ausência de regra e o reflexo é muito ruim para o estado de Mato Grosso do Sul porque cria uma instabilidade. O estado corre o risco de não ter o investimento”, disse Caiado.

Foto: Kathy Rossatti
Foto: Kathy Rossatti
Foto: Kathy RossattiFoto: Reprodução

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