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quinta, 22 de outubro de 2020
Cidades

Contrariando Agetran, população reclama da falta de manutenção das vias públicas da Capital

Manutenção das Vias Públicas

13 fevereiro 2014 - 19h00Por Carlos Guessy

Na manhã desta quinta-feira (13) o vereador Chiquinho Telles (PSD) afirmou na tribuna da Câmara Municipal de Campo Grande que esteve ontem (12) em reunião na sede da Agetran com o diretor-presidente do órgão, Jean Saliba e lideranças comunitárias de vários bairros da cidade, tratando de assuntos sobre a pintura das ruas, meio fio, instalação de semáforos e placas por toda a Capital.


Segundo Chiquinho, Campo Grande está sem pintura em diversos cruzamentos importantes, inclusive em frente da Agetran na avenida Guaicurus com a avenida Gury Marques, nas faixas de pedestres e de sinalização do pare no rolamento da via.


"O prefeito colocou um ótimo secretário mas não está dando suporte para que os trabalhos aconteçam. Falta tinta para pintar as faixas de pedestres, fazer as sinalizações adequadas", disse o vereador. Ele ainda questionou como pode haver uma licitação para apenas 24 semáforos, para atender Campo Grande dentro dos 12 meses", alfinetou o edil.


Por sua vez o diretor-presidente da Agetran, Jean Saliba disse em entrevista exclusiva para a equipe de reportagem do Top Mídia News, que a Agetran tem dinheiro suficiente em caixa, com um orçamento anual aprovado inclusive pela Câmara de R$ 60 milhões de reais no total.


 

"O Chiquinho esteve realmente ontem aqui com várias lideranças, discutimos vários assuntos e acho que o vereador se equivocou em afirmar que temos apenas 24 conjuntos semafóricos licitados. Esse número é apenas para o princípio, para esse começo de ano. Teremos posteriormente outras licitações  e não vamos deixar de atender as vias principais e os bairros que estão em crescimento", afirmou Saliba.


"Tem que pintar de dois em dois meses esses cruzamentos, chove muito nessa época e lógico a tinta deve se apagar. Temos que ter uma manutenção mais assídua e também campanhas nas tvs, rádios, panfletagens para uma melhor conscientização de todos", considerou a dona de casa Raimunda Dias, 35 anos.


De acordo com Saliba, a demanda é grande para atender de uma só vez a Capital inteira. "Todo dia chega pedidos, reivindicações, ligações, o trabalho é árduo e vamos dar conta, mas com cautela. Estamos tendo uma demanda gigantesca de pontos de ônibus, estamos retirando os caibros das paradas e instalando os pontos de ônibus cobertos, aí tem a sinalização horizontal, vertical, todo um processo que vai tempo", disse o diretor-presidente.


Chiquinho Telles cobra mais verba do poder público para não deixar Campo Grande com um ar de abandonada. "A região do Canguru, Paulo Coelho Machado, essas regiões tem acontecido muitos acidentes e como vereador tenho que cobrar do município. Além das ciclovias que temos que continuar implantando", acrescentou Telles.


 

A acadêmica de enfermagem da Anhanguera Uniderp, Josiane Filinto, 25 anos, acha que em alguns pontos de movimento de Campo Grande, as faixas de pedestre deveriam ser pintadas  com uma tinta especial ou outra cor destaque. "No centro mesmo da cidade tem cruzamento que não dá pra ver direito a faixa exclusiva para os pedestres. Se pintassem com outra cor para chamar mais atenção ou então dar várias mãos para não apagar com as chuvas", considerou Josiane.


Já o motorista Adão Silveira, 45 anos, acha que falta mais radares em diversas vias da cidade, pois a população não respeita os limites de velocidade exigidos nas placas. "Os campo-grandenses pensam que estão em pista de corrida, todo dia é acidente dentro da cidade, em BR, é um atropelado de moto, ou pedestre.  Acho que o prefeito tem que instalar esses radares para gerar multa e mexer no bolso literalmente da população, aí quero ver 'nego' reclamar e pode ter certeza que todo mundo vai respeitar mais o trânsito, consequentemente  reduziremos esses acidentes que estão na mídia todos os dias", desabafou Adão.

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