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Indígenas formados na UEMS ganham até 18 vezes mais, revela pesquisa

Um total de 32 ex-alunos alegam que melhoraram a renda e recebem R$ 3.177,37

20 setembro 2018 - 11h25Por Redação

Uma pesquisa realizada pela UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) afirma que os indígenas que possuem ensino superior ganham até 18 vezes mais do que aqueles que ainda não entraram em uma universidade. Conforme a pesquisa, os egressos da universidade têm renda média de R$ 3,1 mil.

Um total de 32 ex-alunos alegam que melhoraram a renda e recebem R$ 3.177,37. Na contramão, a renda per capita média dos indígenas em MS é de R$ 181,31, conforme levantamento realizado em 2010 pelo Datasus. Na gestão do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a Universidade Estadual recebeu repasses que somam R$ 493 milhões - recursos utilizados entre os anos de 2015 e 2017. O valor é 62% maior do que o empregado nos três primeiros anos da administração anterior (2012, 2013 e 2014) - quando foram investidos R$ 303 milhões.

“Os números revelam o comprometimento de nossa gestão com a universidade, que contribuiu com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Nesses anos todos, é muito importante dizer investimos mais de R$ 49 milhões para entregar o novo campus da UEMS em Campo Grande e que a universidade tem autonomia administrativa e financeira”, disse o candidato a reeleição, Reinaldo Azambuja (PSDB).

Atualmente, a UEMS tem 10 mil alunos matriculados em campus espalhados por 15 municípios. Desde a fundação da universidade, em 1993, 20 mil profissionais já se formaram. 82% deles trabalham no Estado.