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Audiência sobre morte de Paulo Magalhães ouvirá 52 testemunhas no dia 9 dezembro

Justiça

13 NOV 2013
TJ/MS
06h00min
Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

O juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Aluízio Pereira dos Santos, marcou para o dia 9 de dezembro, a partir das 8 horas, a audiência única sobre o assassinato do delegado Paulo Magalhães de Araújo, ocorrido no dia 25 de junho, no Bairro Jardim dos Estados.

De acordo com o juiz, ao todo, deverão ser ouvidas 52 testemunhas, que serão distribuídas em dois períodos: na parte da manhã, serão ouvidas as 20 testemunhas de acusação e, a partir das 13h30, serão ouvidas as 32 testemunhas de defesa, além do interrogatório dos dois réus. Caso algumas testemunhas faltem, e existindo insistência em seus depoimentos, o juiz afirmou que elas serão ouvidas em uma próxima audiência.

Revogação negada - Ontem (12), o pedido de revogações das prisões preventivas, feito pelo advogado de defesa Renê Siufi, dos réus Antônio Benitez Cristaldo, 37 anos e José Moreira de Freitas, 40 anos, foi negado pelo o juiz . No documento, o magistrado afirma que  “os motivos que justificam suas manutenções se encontram perfeitamente delineados na decisão do dia 4 de outubro de 2013, enquanto que os pedidos são datados de 10 de outubro de 2013, ou seja, apenas seis dias após este magistrado expor, de forma esmiuçada, o seu entendimento no sentido de ser necessário, no momento, as prisões”.

Crime - O delegado aposentado Paulo Magalhães, de 57 anos,  foi morto a tiros, no dia 25 de junho, no momento em que iria buscar a filha em uma escola de ensino fundamental, localizada na Rua Alagoas, Jardim dos Estados, região central de Campo Grande. Na época, ele conduzia uma Land Rover, quando dois homens armados se aproximaram dele em uma motocicleta, modelo Twister de cor vermelha e iniciaram os disparos. Os seis tiros foram dados na saída de alunos da escola. Paulo Magalhães era aposentado pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. 

Foto: Arquivo Pessoal/Facebook
Foto: Arquivo Pessoal/Facebook
Foto: Arquivo Pessoal/FacebookFoto: TJ/MS

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