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quinta, 24 de setembro de 2020
Cidades

SEM CREDIBILIDADE: 59% dos campo-grandenses desconfiam da Justiça em MS, diz Itop

Ao todo, foram entrevistadas 600 pessoas com mais de 16 anos

07 junho 2019 - 07h00Por Maressa Mendonça

Em Campo Grande, 59% da população não confia no Poder Judiciário. Isto inclui o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Supremo Tribunal Federal, Supremo Tribunal de Justiça, Ministério Público e instituições policiais.  É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto Top Mídia de Pesquisa nas sete regiões da cidade.

Ao todo, 600 pessoas com mais de 16 anos foram entrevistadas entre os dias 23 e 29 de maio. Dentre as questões que tiveram de responder, estava uma sobre o “grau de confiança nas instituições públicas de Mato Grosso do Sul”.

Os resultados demonstraram que 42% dos entrevistados confiam pouco nas instituições públicas do Estado. Outros 10% desconfiam em partes e 7% desconfiam totalmente.

Não souberam ou não responderam, 4% dos entrevistados, e outros 13% disseram ser indiferentes. Confiam muito nas instituições: 42% dos que concederam a entrevista.

A PESQUISA

O objetivo da “Pesquisa de Opinião Pública de Satisfação e Imagem do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul” é conhecer o pensamento da população de Campo Grande em relação ao trabalho desenvolvido pelo TJMS, além de levantar a satisfação da sociedade com a atuação do órgão e descobrir qual serviço público os moradores da Capital mais confiam.

A pesquisa foi realizada com 600 pessoas com idade acima de 16 anos entre os dias 23 e 29 de maio. Os entrevistados foram abordados dentro das sete regiões do município, além de onde ocorrem atendimentos semanais da Justiça Itinerante.

Foram entrevistados homens e mulheres em grupos de idade de 16 a 24, 25-34, 35-44, 45-59, 60 anos e mais. O grau de instrução dos entrevistados variou entre analfabeto, ensino fundamental, médio e superior.

Os entrevistados responderam questionários estruturados e elaborados por uma equipe de entrevistadores e coordenadores treinados pelo Itop.

A margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou para menos dentro de um nível de confiança de 95% sobre os resultados.

O PERFIL

Dos 600 entrevistados, 48% eram do sexo masculino e 52% feminino.

Em relação às idades, 16,6% dos entrevistados tinham entre 16 e 24 anos. Outros 15,2% de 25 a 34 anos. Grupos de 35 a 44 anos totalizaram 18,1% dos participantes. Mais 25,3% dos pesquisados tinham entre 45 e 59 anos e 24,8% tinham 60 anos ou mais.

Sobre a escolaridade dos entrevistados, conforme o Itop, 5,3% eram analfabetos, 35,6% tinham o ensino fundamental completo outros 44,9% concluíram o ensino médio e 14,2% o nível superior.

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