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Cidades

12/06/2018 07:00

Projeto reduz até 40% nos gastos com asfalto, mas prefeitos de MS fazem pouco caso da ideia

Proposta apresentada pela Sudeco em abril livra prefeituras de licitações e alto custo

'Kit Pavimentação' apresentado pela Superintendência de Desenvolvimento do Centro Oeste a prefeitos de Mato Grosso do Sul não caiu no gosto dos dirigentes. A ideia do órgão era que a prefeitura produzisse o próprio asfalto, trazendo economia de até 40% nos custos.

A apresentação do projeto foi feito a 25 prefeitos de MS e ocorreu no auditório da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul, no dia 25 de abril. O kit foi proposto pelo próprio superintendente da Sudeco, Marcos Henrique Derzi.

Conforme o dirigente, o kit pavimentação funciona como uma miniusina, capaz de pavimentar e recuperar trechos de estradas e ruas da via urbana das cidades.

Segundo divulgado pela Assomasul, o kit é composto por um caminhão toco, um rolo compactador liso, um rolo compactador pé de carneiro, um espargidor de 6.000 litros e um distribuidor de agregados.

Kit proporciona pavimentação com até 40% de economia

Ao centro, diretor da Assomasul recebe dirigente da Sudeco. (Foto: Reprodução Franklin Ribeiro)

No entanto, mais de um mês depois, o diretor-executivo da associação, José Domingues Ramos, conhecido como Zé Cabelo, disse não saber se os chefes do executivo estado a fora demonstraram interesse pelo projeto. Em dois contatos com a Assomasul, ninguém teria pedido informações detalhadas sobre o kit.

Em rápida pesquisa, consta que somente um prefeito Valdir Sartor (MDB), de Deodápolis, foi a Brasília solicitar os benefícios oferecidos pelo órgão, que também viabiliza aquisição de um caminhão compactador de lixo.   

No modelo tradicional, considerado mais caro e demorado, as prefeituras têm de abrir processo licitatório para a contratação de empreiteiras. Também, como é preciso dar lucro a empresa contratada, o serviço fica mais caro.

Problemas

Nos estações mais chuvosas, buracos nas vias viram uma verdadeira epidemia. Danos à suspensão dos veículos são inevitáveis, além de acidentes graves. Em março deste ano, motorista de um caminhão, de 29 anos, se acidentou e morreu na MS-157 entre Itaporã e Maracaju. Um dos pneus teria estourado após passar em um buraco, o que fez a vítima perder o controle do veículo e tombar.

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