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Cidades

Com redução na epidemia de dengue, Sesau faz alerta para vacinação contra gripe

José Marco Filho assumiu a pasta em meio a uma crise de epidemia de dengue; Missão agora é equilibrar finanças

30 abril 2019 - 19h00Por Diana Christie e Rodson Willyams

À frente da Secretaria Municipal de Saúde no lugar de Marcelo Vilela há menos de um mês, José Marco Filho passou por momentos difíceis ao assumir a pasta justamente quando Campo Grande vivia um momento de crise, com a epidemia de dengue.

"Foram três semanas tensas e com o sistema praticamente urgencializado em 24 horas", revelou o secretário. 

Mas, agora, os indicativos de março para abril apontam para redução nos casos de dengue, especialmente com as ações de combate aos focos do mosquito vetor da doença.

Por outro lado, José Marco precisa enfatizar a necessidade da vacinação contra a gripe. "Nós tivemos baixa procura pela vacina, principalmente do primeiro grupo de risco como crianças, gestantes  e puérperas. A vacina é segura. Não podemos deixar de vacinar e não podemos pagar pra ver".

Para ampliar o acesso à campanha, a Sesau disponibilizou um trailer de vacinação contra a influenza na Praça Ary Coelho. O local funciona das 7h15 às 16h45, sem intervalo para almoço, até o próximo sábado (4).

A vacina também está disponível nas 68 unidades básicas de saúde (UBS) e de saúde da família (UBSF), de acordo com o horário de funcionamento das salas de vacinação, podendo haver distribuição de senhas para organizar o fluxo de pacientes próximo do encerramento do expediente.

“Estamos abrindo mais este ‘posto’ de vacinação e nos preparando para o Dia D de Vacinação. As equipes escaladas para atender neste local estão preparadas para imunizar as pessoas que procurarem para receber a vacina”, explicou a superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo.

Podem receber a dose da vacina indivíduos com 60 anos ou mais de idade; as puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); os trabalhadores de saúde; os povos indígenas; os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; e, os professores de escolas públicas e particulares.

Também as crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias); as gestantes; e, os policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas. Os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade, bom como os funcionários do sistema prisional serão imunizados em esquema de programado pela Sesau.

Trailer na Praça Ary Coelho - Foto: PMCG

Para receber a dose, todos os públicos do grupo prioritário devem apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) e/ou número prontuário da rede de saúde de Campo Grande (Hygia); documento pessoal de identificação; e, a caderneta de vacinação (caso tenha).

Além dos documentos exigidos para todos, os profissionais de saúde devem apresentar a carteira de conselho ou holerite; as gestantes e puérperas: cartão da gestante, laudo médico ou exames com identificação; os indígenas: cadastro na SESAI; e os policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas: documentos comprobatórios que informe a condição de policial civil ou militar.

O controle mais rigoroso para imunizar as pessoas do grupo de risco é para atender as recomendações do Ministério da Saúde, que não irá disponibilizar doses extras.