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Cidades

25/09/2017 15:00

Reinaldo compara número de vítima no trânsito a índices de guerra

Alta velocidade, abuso de bebidas alcoólicas e uso do celular estão entre as principais causas de acidentes em MS

O governador Reinaldo Azambuja, do PSDB, encerrou nesta segunda-feira (25), a campanha da Semana do Trânsito. Na ocasião, Azambuja destacou que os números apresentados entre acidentes com vítimas e vítimas fatais podem ser comparados a uma 'guerra'.

Entre os principais causadores de acidentes estão a alta velocidades e o abuso de bebidas alcoólicas. No entanto, com o avanço das tecnologias, o aparelho celular se tornou um dos principais vilões causadores de acidentes no trânsito.

Um exemplo, é que há 12 dias, Verônica Fernandes, de 84 anos, foi morta ao ser atropelada no Bairro Tiradentes, por Cirlene Lelis Robalinho, de 48 anos. Testemunhas revelaram que a condutora estaria utilizando o telefone enquanto dirigia e teria colhido a idosa na calçada. O caso é investigado pela polícia.

Diante disso, Reinaldo afirmou que o governo tem feito diversos trabalhos de conscientização. "É uma luta constante. As campanhas educativas ajudaram a diminuir o tamanho do número de acidentes em Mato Grosso do Sul. É preciso melhorar as condições do tráfico dentro das cidades e nas rodovias, com melhor sinalização. Nós temos números positivos com redução de acidentes e vítimas fatais".

Conforme o demonstrativos de acidentes no Trânsito, do Detran. Em 2017, foram registrados 7.552 acidentes com vítimas, 6.567 sem vítimas e 224 com vítimas fatais. Totalizando com 14.343 até agosto.  "Nós temos apresentado avanços em relação o número de acidentes com vítimas, e os números vêm diminuindo desde 2015. E em 2017, nós queremos reduzir em 30%. Nós estamos enfrentado um guerra", disse o governador.

Campo Grande

Na Capital, os números também assustam. Foram 3.487 acidentes com sem vítimas, 3.671 com vítimas e mais 57 com vítimas fatais, dados até 13 de setembro deste ano. Segundo o diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno, disse que o número preocupa.


Diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno.

"É considerado alto, uma vez, que a gente prefere que esse índice sempre fique em zero. Mas estamos trabalhando com campanhas de conscientização para reduzir esses números", finaliza. 

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