Menu
quinta, 28 de janeiro de 2021
Cidades

Reinaldo dá aval para construção de centro de pesquisas da Fiocruz em Campo Grande

Pesquisadores citam vantagens em saúde pública e econômicas para MS

12 janeiro 2021 - 21h08Por Thiago de Souza

O governador Reinaldo Azambuja, PSDB, assumiu, nesta terça-feira (12), o compromisso de buscar recursos para a construção de um centro de pesquisas da Fiocruz, em Campo Grande. 

Reinaldo se encontrou com os pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz, Júlio Henrique Rosa Croda e Rivaldo Venâncio da Cunha. 

Segundo o governador, uma das fontes de recursos viriam de emendas parlamentares, buscar recursos da União, além de dinheiro do próprio Tesouro de MS. 

O objetivo é construir um prédio de cinco andares, ao custo de R$ 20 milhões. Segundo Rivaldo Venâncio, a obra vai colocar MS em um patamar onde poucos estados estão no quesito infraestrutura de pesquisa. 

“Esse Centro vai criar as condições materiais, toda uma infraestrutura necessária para que esse potencial que tem em Mato Grosso do Sul possa ser utilizado em larga escala. Teremos, por exemplo, projetos para testar novas vacinas, não somente Covid-19, novos kits para diagnósticos de várias doenças e todas as pesquisas necessárias para o desenvolvimento e incorporação de novas tecnologias não somente para o sistema público de saúde, mas também para o privado”, explicou.

De acordo com Julio Croda, além do avanço científico, o Centro poderá atrair indústrias farmacêuticas e movimentar a economia de Mato Grosso do Sul. 

“É importante o investimento em ciência na área da saúde. E esse investimento está sendo proporcionado pelo governador e pelo secretário de Saúde, Geraldo Resende, no desenvolvimento de diversas pesquisas aplicáveis. O Centro vai gerar produtos que vão retornar para a sociedade. Essa parceria entre gestor, cientistas e instituições de pesquisa geram frutos também no desenvolvimento econômico”.

O processo para implantar o Centro de Pesquisas em Mato Grosso do Sul teve início em 2007 e agora a Fiocruz entendeu ser o momento apropriado de retomar o projeto. A fundação já conta com um terreno, doado pela prefeitura à época, para a instalação do prédio. A escolha de Mato Grosso do Sul levou em consideração aspectos como condições epidemiológicas, localização geográfica e a existência de cientistas reconhecidos no país por liderarem grupos de pesquisa.