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Telegram é o app de troca de mensagens número um do momento

25 FEV 2014
Exame
20h00min

Depois das polêmicas nos últimos dias, o WhatsApp virou o aplicativo mais comentado do momento. Primeiro porque o serviço de troca de mensagens foi vendido ao Facebook por "modestos" U$$ 19 bilhões (US$ 4 bilhões em dinheiro, US$ 12 bilhões em ações do Facebook e mais US$ 3 bilhões em bônus) e depois por ter ficado fora do ar por quase quatro horas no dia 22 de fevereiro.


E quem saiu lucrando com tudo isso foi o Telegram, que já está no topo da App Store em dezenas de países. O software, com funções parecidas, acobou usando a turbulência para acelerar seu crescimento.


No Twitter oficial do Telegram foi divulgada a informação de que 500 mil pessoas abriram suas contas no aplicativo só no dia 20 deste mês, o mesmo em que foi anunciada a venda do rival para o Facebook. No dia 22, o WhatsApp ficou fora do ar por aproximadamente quatro horas e o Telegram teve 1,8 milhões de novos usuários. No dia seguinte, foram mais 5 milhões.


Para os desenvolvedores do aplicativo, que são russos, ele é totalmente seguro. Inclusive, oferecem US$ 200 mil para quem quebrar o seu código de segurança. Segundo eles, nenhum rastro das mensagens é mantidas nos servidores do Telegram. Essas características se contrapõem ainda mais ao Whatsapp, que, em outubro do ano passado, teve uma falha de segurança verificada que permitia a interceptação das mensagens por terceiros.


Outra diferença é que o Telegram ainda oferece uma função que lembra o aplicativo Snapchat. É possível escolher destruir a mensagem enviada, sem deixar rastros, após um tempo personalizável. Assim, o destinatário só pode ler ela por um período determinado.


Mesmo com essas funcionalidades, pouco há de diferente no visual e no funcional dos dois aplicativos. A conta de ambos é baseada no número de telefone e é possível enviar mensagens de texto para os contatos ou grupos, anexando arquivos, fotos e vídeos.

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