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COLUNA

Tiro Livre

Vinícius Squinelo

Reinaldo, Odilon, André? Democracia de MS precisa urgente de uma quarta via!

Para o bem do dito debate democrático, é mais do que necessário que se abra uma quarta via ao Governo do Estado

18 janeiro 2018 - 13h27

Reinaldo Azambuja ou André Puccinelli? Odilon de Oliveira como uma terceira opção e com chances reais de virar o próximo governador de Mato Grosso do Sul. A pouco menos de dez meses das eleições, é esse o atual quadro para a escolha do próximo mandatário do Estado.  Porém, ficar em apenas três nomes – dois deles que já governaram (um ainda governa) – é sufocar a democracia e o debate político de 2,4 milhões de habitantes.

Para o bem do dito debate democrático, é mais do que necessário que se abra uma quarta via ao Governo do Estado. Uma que possa falar frente a frente sem dor de cabeça com os três principais nomes na disputa eleitoral.  E preferencialmente que tenha o menor número possível de implicações ou denúncias no âmbito judicial.

Das três principais vias, Reinaldo e Puccinelli têm a resolver questões com a Polícia Federal e MPF. Odilon tem, aparentemente, carreira ilibada, mas  parece não  ter acertado na sigla que escolheu para concorrer ao governo, com o PDT tendo a explicar, nacionalmente e regionalmente, de propinas a ligações perigosas.

Assim, um quarto nome, correndo por fora, poderia trazer ao debate justamente as questões elencadas acima. Colocar o dedo na ferida, debater sobre corrupção, segurança  pública e demais questões sem ter o rabo preso por problemas passados ou  futuros.

Mas quem poderia ser a quarta via?

Nomes não faltam. Ricardo Ayache é considerado um ótimo administrador e ás na saúde pública, mas seria confrontado dia a dia com seu passado petista e ligações com Lula, Dilma e Delcídio do Amaral. 

Do empresariado outros nomes circulam, mas parecem não ter densidade eleitoral o suficiente para concorrer a pleito qualquer, tal como Jaime Verruck. Mesma situação se repete com o agronegócio, hoje disposto mais a encampar um candidato a vice na chapa majoritária.

Da segurança pública, o ex-comandante da Polícia Militar Coronel David pode ser uma surpresa inesperada. Pré-candidato a deputado estadual, David já afirmou que pode acabar saindo para outros cargos caso Jair Bolsonaro precise. E esse sim pode, para surpresas de muitos, surpreender os grandões estabelecidos. 

Mas isso são só possibilidades. O resultado? Só em outubro!

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