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COLUNA

Tiro Livre

Tsunami Bolsonaro varre política de Mato Grosso do Sul

Votando ou não em Bolsonaro, o eleitor tem que ter a consciência de que MS agora é território político do capitão

16 OUT 2018
Vinícius Squinelo
08h12min

Pelos próximos anos, as eleições 2018 vão ser marcadas por um verdadeiro tsunami político em Mato Grosso do Sul. A onda, encabeçada por Jair Bolsonaro, jogou por terrao jeito tradicional de ser feito política no Estado, o segundo maior produtor rural do País.

Liderados pelo capitão, o PSL regional surpreendeu e fez não só os dois deputados estaduais mais votados, como dois federais e uma senadora. Fora que se tornou o queridinho máximo de todos que disputaram e ainda disputam o pleito, inclusive os dois governáveis.

De uma patada só, dada no dia 7 de outubro, Bolsonaro se tornou a referência política de todo um Estado – por referência entenda-se da classe política. Quem teve o capitão do lado, ganhou gastando pouco; quem não teve gastou muito ou sequer foi eleito.

Votando ou não em Bolsonaro, o eleitor tem que ter a consciência de que Mato Grosso do Sul agora é território político do ainda presidenciável, e pelo que tudo indica, futuro presidente.

Na prática, Bolsonaro mudou como se faz há décadas o jogo político regional, inclusive contribuindo para deixar velhos e conhecidos nomes sem um lugar ao sol. Quanto isso vai durar? Não sabemos. Mas de fato, 7 de outubro MS viu um verdadeiro Tsunami Bolsonaro. Isso é fato.

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(fotos de capa: André de Abreu)

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