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segunda, 14 de junho de 2021
CORONAVÍRUS

Vigilantes seguem na batalha para inclusão da classe na vacinação contra covid

Categoria clama por vacinação urgente

08 maio 2021 - 18h10Por Nathalia Pelzl

Os vigilantes de Campo Grande e trabalhadores em segurança privada de Mato Grosso do Sul estão na batalha para serem incluídos no PNI (Programa Nacional de Imunização). O objetivo é que a classe receba o direito de vacinar contra a covid-19 o mais rápido possível. 

O presidente do Seesvig-MS e presidente da FITV (Federação Interestadual dos Trabalhadores Vigilantes), Celso Adriano Gomes da Rocha, esteve em reunião com o secretário-adjunto de Estado de Justiça e Segurança Pública, Coronel Ary Carlos Barbosa. 

Na ocasião, segundo Celso, o secretário-adjunto explicou que, embora estados e municípios precisem cumprir à risca todas as normas de vacinação estabelecida pelo Ministério da Saúde, que conduz o PNI, é possível incluir os vigilantes no programa, através de nota técnica produzida pelo Estado e enviada as secretarias de saúde dos municípios. 

Desta forma, os vigilantes que atuam na capital e nas localidades em Mato Grosso do Sul seriam imunizados. 

“Estamos fazendo o levantamento do número de trabalhadores das cidades do Estado e a faixa etária, já pedimos para as empresas, acredito que nesta semana será reportado ao sindicato e na próxima semana vamos encaminhar à Sejusp, para que seja encaminhada ao Governo do Estado. Estamos progredindo”. 

MOBILIZAÇÃO

Na semana passada, os diretores do SEESVIG-MS (Sindicato dos Empregados em Empresa de Segurança Privada de Campo Grande e Região), representando todos os vigilantes de Mato Grosso do Sul, deflagraram mobilização na frente da Assembleia Legislativa, na sede do Governo Estadual e na Secretaria de Saúde, pela vacinação urgente dos trabalhadores deste segmento.

A mobilização teve como objetivo chamar atenção das autoridades sanitárias estadual e municipal para a importância de vacinar os vigilantes do Estado. 

A classe entende que estes trabalhadores estão em risco ao manter constante contato com as pessoas que adentram em agências bancárias, instituições governamentais e demais localidades onde o profissional faz a defesa da vida e patrimônio.