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Cultura

08/09/2017 07:00

Além de briga no trânsito, cantor sertanejo já teria agredido mulheres em MS

Uma das vítimas registrou boletim de ocorrência após festa em Maracaju

Denunciado após uma briga de trânsito em Campo Grande, o cantor Manutti possui histórico de agressão física contra uma mulher, registrado no sistema da Polícia de Mato Grosso do Sul. Conforme um Boletim de Ocorrência registrado em 2014, Fábio Enrico de Castro Pinto, 34 anos, conhecido pelo nome artístico Manutti, teria conhecido a mulher durante uma festa em Maracaju e a convidou para conhecer sua fazenda, distante 70 km da cidade.

Ela relatou aos policiais que aceitou o convite, teve relação sexual com o cantor e, ao pedir que ele a levasse de volta para Maracaju, Manutti teria dado início a agressões físicas. A vítima disse que levou diversos tapas e chutes e saiu correndo pela fazenda. O cantor não teria perseguido a jovem, que ficou perdida na região à procura de ajuda. Ela percorreu alguns quilômetros a pé e pediu socorro para um morador da região, que a levou para a Delegacia de Polícia de Rio Brilhante. 

Após ver que uma nova agressão foi registrada pelo cantor na semana passada, uma mulher que preferiu não se identificar por medo de represálias, entrou em contato com o TopMídiaNews alegando que também já foi vítima da ‘fúria’ do sertanejo. Conforme a jovem, Fábio começou a cursar veterinária na UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) e, durante a festa de recepção dos veteranos para os calouros, ele teria assediado a menina.

“Ele me abraçou na festa, daí olhei e não conhecia, então fiz ele me soltar e saí. Assim que fiz isso, ele ficou muito nervoso, veio para cima de mim e tentou me agredir. Alguns amigos que estavam na festa seguraram ele e, a todo momento, ele ficava me xingando, gritando, querendo me bater. Se os meninos não tivessem segurado ele, eu tinha apanhado naquela festa”, diz a jovem.

Questionada sobre procurar a polícia após a atitude do cantor, a jovem afirma que, na época, ficou com medo dele, que já era conhecido entre os estudantes como agressivo. “Eu não registrei a ocorrência e nem falei para os meus pais, fiquei com medo dele. Eu decidi falar agora, porque muitas pessoas falaram que ele ficou internado em uma clínica, só não sei que tipo de clínica, e tinha melhorado, mas pelo que vi agora, ele não melhorou nada. Ele continua o mesmo, continua oferecendo riscos para as pessoas. Ele não tem controle, as pessoas tinham medo dele na faculdade e, pelo jeito, ele continua igual”.

Trânsito

Manutti se envolveu em uma briga de trânsito na semana passada, quando bateu o carro que conduzia na traseira de outro veículo na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Ao descer do carro, o cantor teria partido para cima do outro condutor, desferindo diversos socos no rosto de Eder de Freitas Souza, 28 anos, que acionou a Polícia Militar.

Em dezembro de 2016, o sertanejo foi investigado pela polícia, após uma adolescente de 14 anos sair de sua casa embriagada. Foi instaurado um inquérito policial para investigar quem teria fornecido bebida alcoólica para a adolescente durante a realização de uma festa. Após depoimentos, ele foi absolvido da acusação.

Outro lado

Em contato com o TopMídiaNews, a produção do cantor informou que a denúncia registrada em Maracaju já foi resolvida antes mesmo de Manutti iniciar a carreira artística, que começou em março de 2014. Segundo a assessoria, o processo foi encerrado e resolvido, sendo que não há necessidade de comentar os detalhes.

Já em relação à denúncia de assédio em uma festa de calouros, a produção informa que nunca tomou conhecimento sobre o caso e que acusações do gênero não têm fundamento, sendo que foram fomentadas após a repercussão negativa da briga de trânsito em Campo Grande. “Depois que a carreira começou, aparece esse tipo de coisa, mas nunca existiu nada formal disso”, diz a assessoria.

A produção também destaca que a briga de trânsito foi resolvida, sendo que o outro motorista aceitou um acordo e não irá prosseguir com a denúncia. “Todo mundo tem dia que não está bem. Ele emprega 19 pessoas diretamente, tem mais 15 funcionários indiretos, estamos fazendo nosso trabalho, mas acham que a vida de artista é glamour e não é assim que funciona”, complementa.

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