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Economia

há 6 anos

'Há uma estabilização da situação dentro da Rocinha', diz ministro

O ministro da Defesa também disse que é preciso cortar a comunicação dos criminosos presos com aqueles que estão nas ruas

Em entrevista ao Jornal da CBN, Raul Jungmann, ministro da Defesa, afirmou que a situação na comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, começa a ser controlada. O Exército está na favela desde a sexta-feira, após conflitos entre grupos de criminosos que disputam o comando do tráfico de drogas na região.

“Há uma estabilização de ontem para cá da situação dentro da comunidade da Rocinha e os tiroteios reportados não são mais entre traficantes, mas entre polícia e os bandidos”, explicou o ministro.

O ministro da Defesa também disse que é preciso cortar a comunicação dos criminosos presos com aqueles que estão nas ruas. Ele disse que, se a medida não for tomada, as autoridades continuarão 'enxugando gelo'. Jungmann também defendeu que as conversas com os chefes do tráfico sejam gravadas. Para o ministro, essa é uma forma de evitar que familiares, advogados e agentes carcerários corrompidos continuem fazendo a comunicação entre os bandidos presos e aqueles que estão soltos.

De acordo com o responsável pela pasta da Defesa,  as operações envolvendo tropas federais apreenderam mais de duas dezenas de fuzis e oito granadas. Além disso, cerca de 16 pessoas foram presas. Com isso, segundo ele, as 80 mil pessoas e 25 mil domicílios da Rocinha não estariam mais convivendo com o clima de guerra entre traficantes.

Embora a previsão não seja de que as forças do Governo Federal fiquem na favela por muito tempo, a ideia é continuar no estado do Rio de Janeiro até o fim da atual gestão no Governo Federal.

“Estamos lá, por determinação do presidente Michel Temer, até o último dia de dezembro de 2018”, garantiu Jungmann.

O representante do Governo Federal afirmou que é necessária também participação mais contundente das polícias do Rio na região.

“O Exército não resolve o problema criminal. Se por acaso as Forças Armadas recebessem a ordem de entrar na guerra, você teria uma quantidade de mortos que não seria aceitável. O treinamento das Forças Armadas é para destruir. Mas é óbvio que ninguém quer destruir a Rocinha”.

 

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