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Mais de 400 adolescentes em conflito com a lei participam de cursos de qualificação profissional

Foram ofertados aos adolescentes 43 cursos de diferentes temas

5 DEZ 2016
Assessoria
19h18min
Foto: Reprodução

 Durante o ano de 2016 mais de 400 adolescentes em conflitos com as leis, que cumprem medidas socioeducativas nas Unidades Educacionais de Internação (UNEI) e Unidades Educacionais de Semiliberdade (UESL), foram capacitados e aprenderam uma profissão em cursos de qualificação.

Por intermédio da parceria firmada entre a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio da Superintendência de Assistência Socioeducativa (SAS) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), foram ofertados aos adolescentes 43 cursos de qualificação profissional.

Dentre os cursos ofertados estão, Inclusão Digital, Informática Básica, Informática Avançada, Relações Interpessoais, Implantação e Manejo Básico de Horta, Implantação e Manejo Básico de Psicultura, Artesanato em Vagonite, Bordado Livre, Bordado em Ponto Cruz, Família e Qualidade de Vida e Orçamento Familiar e Noções de Primeiros Socorros.

Foram contemplados com os cursos 153 adolescentes na UNEI Dom Bosco, 24 adolescentes na UNEI Provisória Novo Caminho e oito adolescentes na UESL Tuiuiú, todas de Campo Grande, além de 53 adolescentes da UNEI Feminina Esperança e 124 adolescentes da UNEI Laranja Doce, ambas de Dourados, 20 adolescentes na UNEI Pantanal de Corumbá, 22 adolescentes da UNEI Mitaí de  Ponta Porã e 42 adolescentes na UNEI Tia Aurora  de Três Lagoas.

Para a seleção dos adolescentes foram utilizados critérios como o interesse pelo curso, comportamento, idade, escolaridade e documentação pessoal. Ao serem selecionados para os cursos os adolescentes demonstram entusiasmo, acreditam que os certificados conquistados representam uma oportunidade de um futuro melhor, por meio do trabalho e do emprego.

Para a superintendente da SAS, Carmem Lígia Loureiro Carmello, a parceria com o Senar é fundamental, pois garante aos adolescentes a formação inicial no âmbito profissional, conforme preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). “Possibilita o desenvolvimento de competências e habilidades básicas, reinserção social do adolescente, partindo da ressignificação de valores”, explica.

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