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sábado, 26 de setembro de 2020
Geral

Ministro Mandetta promete recuperação total da organização hospitalar em MS

Planejamento foca em fortalecer atendimentos em saúde no interior para desafogar Capital e Dourados e melhorar a atenção aos idosos

04 março 2019 - 18h10Por Amanda Amaral

Em visita a Campo Grande, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandeta (DEM) afirmou que governos federal e estadual planejam uma grande recuperação da situação hospitalar em Mato Grosso do Sul. Deve ser realizado estudo com profundidade para identificar os principais gargalos nos municípios do interior e Capital, a fim de melhor direcionar recursos.

“O que precisamos ver é quais são os fatores que levam as pessoas aos hospitais no dia de hoje e como será isso nos próximos dez anos. O país envelhece, a pirâmide de faixa etária gradativamente se inverte. Então quais serão as doenças que mais pressionarão o sistema de saúde? As degenerativas, o câncer, o Alzheimer, cuidados com idosos. Como que vai ser o homecare, atendimento domiciliar?”, declarou o ministro.

A atualização se faz necessária especialmente para desafogar as unidades hospitalares de Campo Grande e Dourados, para onde pacientes de municípios com menor infraestrutura se deslocam. Neste sentido, fortalecer a regionalização destes atendimentos é meta da gestão.

“Ainda nos anos 90, se previa mobilizações em polos de saúde, e durante todos esses anos nossos gestores não tiveram condições de exercer o plano em sua sequência natural de implantação e acabou ficando centrado em Campo Grande. Temos muito pouca capacidade de resolver problemas em Dourados e região, muito baixa capacidade na região norte, em Coxim. Três Lagoas cresceu, mas ainda é praticamente a mesma estrutura”, avalia.

O ministro fez as declarações durante sua primeira visita na Santa Casa, em entrega de equipamento ao Hospital do Trauma, após assumir o cargo. No local, ele ainda reforçou a necessidade de planejamento.

“Quando a sociedade sabe pra onde vai, é mais fácil saber onde colocar os recursos e fazer funcionar. Não adianta fazer só em Campo Grande, temos muitos hospitais de pequeno porte de quase nenhuma resolutividade, precisamos discutir consórcios regionais. Tem que resolver com técnica, não tem passionalidade política”, afirmou.

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