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Mulher mata marido após ser chamada de gorda e velha em MG

Ela teve a ajuda de uma vizinha para cometer o crime

27 junho 2022 - 21h27Por Elizeu Ribeiro

O servidor público, Sérgio Carvalho Silva, 51 anos, morreu após ser asfixiado pela própria esposa, na cidade de Itajuba (MG). A mulher, de 38 anos, confessou ser autora do crime e disse que colocou um pedaço de pão na garganta do marido para simular um engasgo. Ela disse ter cometido o crime, após ser chamada de "gorda e velha" pelo companheiro.

Em depoimento a Polícia Militar, a autora do crime disse que o casal chegou em casa e ela então mentiu à vítima dizendo que iria prestar serviço como segurança em uma cidade próxima. Como a vítima também costumava fazer esse tipo de trabalho, ela pediu que ele lhe desse algumas dicas.

Em certo momento, a esposa pediu ao marido que a deixasse imobilizá-lo para fazer testes, e então usou cadarços para amarrar as mãos de Silva. Logo depois, ela pegou uma blusa e asfixiou o servidor público até que ele desmaiasse.

Conforme divulgado pelo Portal R7, após o crime, a mulher ligou para uma vizinha, que já sabia do plano, e as duas constataram que a vítima ainda estava viva. Nesse momento, a esposa de Silva foi à cozinha e pegou um pedaço de pão. Ela colocou o alimento na garganta do marido para simular um engasgo e, em seguida, a vizinha ligou para o Corpo de Bombeiros para relatar o suposto acidente.

Os militares prestaram os primeiros socorros a vítima, que chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas ela não resistiu e morreu.
 A vizinha do casal contou que sabia do plano e que havia concordado em ajudar. Familiares de Silva disseram que não foi a primeira vez que a mulher tentou matá-lo.

Ainda conforme o R7, as duas mulheres foram levadas para a delegacia, ouvidas e liberadas. Durante o depoimento, a esposa disse que os dois eram casados havia 20 anos e que ela teria feito isso porque o marido a chamava de “gorda e velha”.

Sérgio era funcionário da prefeitura da cidade. Por meio de nota, o órgão cumprimentou os familiares da vítima e informou que Silva cumpriu suas atribuições “de maneira honrosa durante os 23 anos em que trabalhou como servidor público”.