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sábado, 05 de dezembro de 2020
Geral

Polícia de RO conclui que mãe de bebê achada em sacola no matagal teve aborto por uso de drogas

Exames do IML apontaram a presença de cocaína no fígado e rim do do bebê

16 março 2019 - 15h40Por G1

A Polícia Civil de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, divulgou nessa sexta-feira (15), que indiciou por aborto uma mulher de 36 anos, mãe de uma recém-nascida encontrada morta em uma matagal no Setor Mutirão, em junho de 2018. Segundo a Polícia, a criança nasceu morta devido ao uso excessivo de drogas da mãe.

Durante as investigações, a mulher disse a polícia que fez o próprio parto, dormiu ao lado da filha e quando acordou, percebeu que a criança estava morta.

Mas os laudos do tanatoscópico do Instituto Médico Legal (IML) do município revelaram que o bebê nasceu morto. Inicialmente a Polícia Civil descartava a ideia da mãe ter agido com dolo em assassinar a criança após o parto, mas que aguardava o resultado de outros exames para precisar o que havia ocorrido de fato.

De acordo com o delegado responsável pelo departamento de homicídios, Rodrigo Camargo, o feto teve morte intrauterina, tratando-se, portanto de natimorto e as investigações se dirigiram para esclarecer quais as causas que levaram à interrupção da gestação e a morte do feto.

Os resultados deste novo exame fizeram com que a Polícia concluísse que a mãe havia provocado o aborto em si mesmo, em razão do consumo de drogas.

Após concluída as investigações, o inquérito policial foi encaminhado ao Ministério Público de Rondônia (MP-RO) para analisar o conteúdo e oferecer a denúncia ao Poder Judiciário.

A mulher pode ser condenada com pena de detenção de um a três anos.

 

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