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Vídeo: bebê tem reação alérgica e acaba com rosto desfigurado

Helena teve 72% do corpo queimado após ingerir medicamento contra convulsões; Família pede ajuda através de vaquinha virtual

14 setembro 2021 - 13h45Por Rayani Santa Cruz

Nascida no Rio Grande do Sul e moradora de Anápolis (GO), a pequena Helena de 1 ano teve reação alérgica a um anticonvulsivo e teve 72% do corpo queimado. Ela está internada desde sábado (11), na UTI ( Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital de Queimaduras da cidade goiana e a família pede ajuda através de vaquinha nas redes sociais.

“A gente perde o chão e fica sem saber o que fazer quando vê nossa filha assim. Há uma semana, ela estava engatinhando e começando a andar sozinha. Era uma neném que acordava dando risada com aqueles dois dentinhos e, de repente, fica nesse estado”, desabafa o representante comercial Hugo Cristiano Penno da Silva, 38 anos, pai da menina.

Conforme o Metrópoles, o problema teve início quando Helena apresentou espasmos há cerca de um mês. Após exames, o médico receitou o antiepilético Lamotrigina. A dosagem inicial era baixa e foi aumentando aos poucos. Helena apresentou quadro febril persistente.“Levamos numa UPA em Anápolis, e a médica disse que era virose. Em seguida, manchas apareceram na pele dela. Levamos na UPA de novo e disseram que era rosácea, passando mais um remédio e antialérgico”, relata Hugo.

Na quinta-feira (9), várias bolhas surgiram na pele de Helena. O médico que a acompanhava, no entanto, afirmou se tratar de um processo natural.“Tudo o que fizemos foi de acordo com os conselhos médicos”, disse Hugo. Após piora nas lesões, os pais de Helena a levaram para o Hospital de Queimaduras de Anápolis. “A médica de lá mandou internar assim que a viu. Diagnosticaram o quadro como sendo consequência da Lamotrigina”, pontua o pai de Helena.

A menina precisou passar por várias raspagens na pele e procedimentos de hidratação. Segundo os médicos, é provável que a pele dela fique com marcas para o resto da vida. “Disseram que não estão pensando nas sequelas ainda. Que a prioridade é mantê-la viva.”

Custo alto

Os pais não possuem plano de saúde, e a família pede ajuda nos custos dos procedimentos que são cobrados pelo hospital particular. Em poucos dias, a conta hospitalar já se acumula em quase R$ 15 mil.

Luana Mara, 33, mãe de Helena, chora há dias sem parar. A recuperação da bebê será um processo lento, segundo os médicos, e necessitará de cuidado para diminuir o risco de infecção. A família não tem plano de saúde e não encontrou vagas em hospitais públicos. Em apenas três dias, a conta chegou a R$ 14.266,64. A bebê permanecerá internada por pelo menos 15 dias.

“Peço a ajuda de todos para que de alguma forma intercedam pela saúde da nossa pequena Helena (financeiramente ou espiritual)”, diz o post da vaquinha.

Quem puder ajudar pode fazê-lo clicando aqui ou via PIX.

Pix: 005.167.020-84
Filipe Cassiano Penno da Silva Motta Balest
Tio de Helena
Conta bancária:
Banco Brasil
Ag: 795-1
Conta: 21174-5
Filipe Cassiano Penno da Silva Motta Balest