O Conselho de Pastores de Mato Grosso do Sul (Consepams) divulgou uma nota de repúdio contra a pichação feita no muro de um templo da Assembleia de Deus, em Dourados. A entidade classificou o episódio como um ato de vandalismo e intolerância religiosa e pediu celeridade na investigação para identificação dos responsáveis.
A manifestação foi assinada pelo presidente do conselho, bispo Roger Reggiori. No documento, o Consepams afirma que recebeu com indignação a notícia de que o muro da igreja foi alvo de pichações com mensagens de ódio.
Entre as pichações deixadas no local estava a frase “morram cristãos”, acompanhada de um desenho que, segundo o conselho, remete a um símbolo associado ao terrorismo.
Para a entidade, o episódio representa um ataque não apenas à denominação religiosa atingida, mas também à comunidade cristã e à liberdade de crença.
Na nota, o conselho também cita a proteção constitucional à liberdade religiosa e afirma que atos de ódio e intolerância não devem encontrar espaço em uma sociedade democrática.
“Expressamos nossa total solidariedade ao pastor e a todos os membros da congregação atingida”, diz trecho da manifestação.
O Consepams ainda afirmou confiar no trabalho das autoridades policiais e pediu que os responsáveis sejam identificados e responsabilizados.
O caso
A pichação foi identificada no domingo (12), em uma igreja Assembleia de Deus, em Dourados. Mensagens contra cristãos foram escritas no muro do templo e indignou lideranças religiosas.
O episódio está sendo investigado para esclarecer as circunstâncias do ataque.








